Evento reúne lideranças para discutir como criatividade fortalece marcas
Estar presente em diferentes plataformas já não é suficiente para construir uma marca relevante.
Em um cenário de jornadas fragmentadas e disputa pela atenção, o desafio passa por combinar escala, coerência de mensagem, consistência, dados, criatividade e conexão com as pessoas para transformar alcance em impacto.
Essa foi uma das principais mensagens do Branding@ABA & RECORD, evento promovido no fim de agosto sob o tema “Branding em Movimento: escala, relevância e impacto na era das múltiplas telas” pela Associação Brasileira de Anunciantes ( ABA ).
Aberto por Sandra Martinelli, CEO da ABA e membro do Executive Committee da WFA, o encontro reuniu executivos de anunciantes, veículos, empresas e plataformas para discutir o papel da TV aberta, a evolução da mensuração, a pluralidade de plataformas e a criatividade na construção de marcas em um ambiente cada vez mais fragmentado.
No 1º painel, “Escala que constrói: o papel da TV aberta no branding contemporâneo”, a moderadora, Paula Carvalho Cachapeiro, diretora de Negócios do IBOPE, destacou que 84% do consumo de vídeo nos lares brasileiros ocorre na televisão.
“O consumo da TV é uma experiência coletiva, o que amplia o alcance do target planejado e reforça seu papel na construção de relevância”, afirmou.
Fernanda Maldonado, Full Funnel Media Manager do Nubank, ponderou que relevância vai além da exposição.
“É sobre a construção de marca e um processo longo e ininterrupto para continuar mostrando a proposta de valor ao usuário.
Passar a mensagem certa é, de fato, ser relevante.” Nesse ambiente, os canais também deixam de ser analisados isoladamente.
“O grande ponto é olhar menos para a origem do conteúdo e mais para até onde ele pode viajar e amplificar”, ressaltou Maria Cristina de Amarante Merçon, diretora da ABA e executiva de Marketing.
Já para Paula Morales, diretora de Núcleo Integração Marcas e Conteúdo da RECORD, o avanço da segmentação precisa coexistir com estratégias de escala.
“A marca precisa continuar gerando demanda.
É o equilíbrio entre marca e performance.
Não é o ‘ou’, e sim o ‘e’, que traz resultados melhores.” Métricas que respondem aos objetivos do negócio e relevância que conecta A discussão também avançou sobre a necessidade de aproximar os indicadores de comunicação dos objetivos das empresas no 2º painel, “Mensuração que transforma: do GRP ao impacto de negócio”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.