Rui Costa descarta Presidência: “Não passa em minha cabeça"
Rui Costa (PT), ex-ministro da Casa Civil, não se vê na disputa pela sucessão do presidente Lula (PT).
Na sabatina realizada pelo Grupo A TARDE nesta segunda-feira, 17, a qual ele foi o último candidato ao Senado a passar pela sequência de perguntas, Rui disse que a possibilidade de ser o mandatário da nação nunca passou pela sua cabeça, embora seu nome apareça entre as possibilidades do PT em 2030.No entanto, ele falou que também nunca pensou em ser governador da Bahia, cargo que ocupou entre os anos de 2015 e 2022.
Segundo ele, ser eleito governador ou presidente é uma missão, e também se trata da “combinação de uma constelação para acontecer”.
Isso não é programado, mas não é uma obsessão para mim.
Eu nunca pensei em ser governador da Bahia, como não passa em minha cabeça ser presidente da República.
São circunstâncias Rui Costa, candidato ao Senado Ele avalia que se um dia for convocado para uma disputa ao posto máximo da República, estaria apto para assumir o desafio.“Graças a Deus eu tive a oportunidade de ocupar o cargo mais importante da Esplanada e o saldo disso ser extremamente positivo, evidente que eu apanhei muito e se apanha às vezes dos supostos amigos do que dos adversários.
Eu me considero preparado para o Senado e para qualquer função pública”, afirmou.A entrevista foi conduzida por Eduardo Dias, editor de Política do portal A TARDE, e Juliana Nobre, head do Massa!.
O repórter Cássio Moreira, da editoria de Política do portal A TARDE, e o cientista político, Cláudio André, também participaram do encontro.Ásia como modelo na educaçãoDurante a sabatina, Rui Costa afirmou que o Brasil deve colocar metas na educação para melhorar não apenas os índices do setor, também para proporcionar ainda mais desenvolvimento ao país.Para ele, é preciso fazer o que países como a China e a Coreia do Sul fizeram, que fizeram altos investimentos no segmento e agora estão colhendo os frutos."O Brasil deve universalizar o acesso às creches e à educação infantil.
Eu comparo que a educação é como construir uma casa: se ela for construída sem fundação, ela pode até cair.
A Coreia do Sul e a China, até 50 anos atrás, tinham economias mais frágeis que a nossa, e o Brasil acabou ficando para trás, já que não fixou metas de longo prazo.
Precisamos pegar os recursos públicos e aplicar em atividades afins", defendeu.
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