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Economia

Dólar abre a R$ 5,15, com petróleo, fluxo de recursos e balanços no radar

UOL Economia ·
Dólar abre a R$ 5,15, com petróleo, fluxo de recursos e balanços no radar

O dólar tem leve queda nos primeiros negócios nesta quarta-feira, cotado a R$ 5,15, após subir 1% ontem, pressionado pela reação dos agentes econômicos à ata do Copom, IPCA e relatório do JPMorgan sobre o Brasil. Na Bolsa, a saída de recursos de investidores estrangeiros derrubou o Ibovespa, que fechou no menor patamar desde 20 de janeiro.

Dólar abre em em leve baixa. A moeda dos Estados Unidos começou esta quarta-feira cotada no comercial para a venda a R$ 5,154, variação de menos 0,15% ante fechamento de ontem.

Moeda americana subiu 1% ontem para maior cotação em seis semanas. Relatório do JPMorgan e reações dos agentes econômicos à ata do Copom e ao IPCA de julho influenciaram a quedada moeda brasileira, disseram analistas.

O movimento de ontem reflete uma combinação de fatores. O IPCA veio acima do esperado e a Ata do Copom manteve um tom cauteloso, reduzindo as apostas em uma sequência mais rápida de cortes da Selic e pressionando a curva de juros. A revisão da recomendação para o Brasil pelo JPMorgan, a saída de capital estrangeiro e o recuo de ações de grande peso, como bancos, Petrobras e Vale, também contribuíram para a queda do índice. Elson Gusmão, Diretor de Câmbio da Ourominas

Ibovespa caiu 2,5% ontem. O indicador das ações mais negociadas fechou em 167.874 pontos, menor patamar desde 20 de janeiro. Segundo analistas, a saída líquida de recursos de investidores estrangeiros, em meio à expectativa de aumento de juros nos Estados Unidos e incertezas sobre a política econômica no Brasil após as eleições reduzem o apetite dos aplicadores pelo mercado de renda variável brasileiro.

Um vetor que derrubou a Bolsa ontem foi o relatório do JP Morgan, rebaixando a recomendação de investimento no Ibovespa de overweight para neutro, apontando uma maior percepção de risco Brasil, com possível estagnação de corte de juros após setembro de 2026 e efeitos das eleições em outubro deste ano. Gabriel Magno, chefe de alocação de investimentos e sócio da AW Capital

Economia americana entra no radar hoje. A inflação ao consumidor no país para o mês de julho vai ser usada pelos investidores para ajustes nas apostas para as próximas decisões do Fed (Federal Reserve) para os juros no país, em meio à expectativa de que o órgão eleve a taxa ao longo deste segundo semestre.

Ainda no exterior, preço do petróleo segue pressionado.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.

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