Suspeito de matar mulher 38 anos mais nova em SP já foi preso e condenado por descumprir medida protetiva de ex-companheira
Priscila Lacerda Custodio foi morta a tiro pelo companheiro, João Roberto Bolelli, segundo o boletim de ocorrência Arquivo pessoal O pecuarista João Roberto Bolelli, de 62 anos, suspeito de matar a tiros a companheira Priscila Lacerda Custodio, de 24 anos, em Rifaina (SP), já foi preso preventivamente por descumprimento de medida protetiva concedida a uma ex-companheira e condenado pela Justiça pelo mesmo crime em outra ocorrência.
Bolelli foi preso em junho de 2018 e solto seis dias depois.
Em setembro daquele ano, voltou a ser denunciado por descumprir uma ordem judicial que o proibia de se aproximar e manter contato com a ex-companheira.
Por esse segundo episódio, ele foi condenado, em dezembro de 2021, a três meses e 15 dias de detenção, em regime aberto.
A condenação foi mantida pelo TJ-SP em abril de 2022 e se tornou definitiva em maio daquele ano. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp O histórico judicial também inclui uma condenação por vias de fato e outros procedimentos relacionados a ameaças e violência doméstica.
Nem todos resultaram em condenação.
Bolelli é suspeito de matar Priscila na noite de terça-feira (27), às margens da Rodovia Cândido Portinari (SP-334).
Segundo a Polícia Civil, ele fugiu após o disparo.
O caso foi registrado como feminicídio.
Agora no g1 Ao g1, a defesa de João disse que analisa o caso e ainda não teve contato com ele.
Até a última atualização desta reportagem, não havia informação sobre mandado de prisão contra Bolelli.
Prisão por descumprimento de medida protetiva Em fevereiro de 2018, a Justiça concedeu medidas protetivas a uma ex-companheira de Bolelli, com quem ele havia mantido um relacionamento de cinco anos.
A decisão proibia o pecuarista de se aproximar da mulher, de familiares dela e de locais frequentados por ela, além de impedir contatos por telefone ou outros meios de comunicação.
Mesmo com a ordem judicial, a mulher relatou que continuou sendo procurada e ameaçada pelo ex-companheiro.
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