Turismo de negócios fatura R$ 1,3 bi no Brasil em agosto, alta de 7,9%
O faturamento das agências de viagens corporativas no Brasil atingiu R$ 1,31 bilhão em agosto de 2026, uma alta de 7,9% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. No acumulado de janeiro a agosto de 2026, receitas somam R$ 9,76 bilhões, avanço de 8,2%.
O setor de viagens corporativas registrou alta de 7,9% no faturamento de agosto, somando R$ 1,31 bilhão. O resultado foi divulgado pela Abracorp (Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas).
A alta nas receitas ocorreu mesmo com a queda de 1,4% no número de transações. O volume de operações fechou o mês em 1,62 milhão.
O tíquete médio do setor subiu 9,45% e ajudou a impulsionar o faturamento. De acordo com Douglas Fernandes de Camargo, diretor executivo da Abracorp, o valor médio das operações passou de R$ 738,05 para R$ 807,77.
As passagens aéreas e a hotelaria concentraram 90% de todo o faturamento de agosto. O setor aéreo faturou R$ 798,4 milhões (alta de 10,5%), enquanto os hotéis somaram R$ 386,2 milhões (alta de 4,8%).
No acumulado de janeiro a agosto de 2026, as receitas atingiram R$ 9,76 bilhões. O valor representa um crescimento de 8,21% em relação aos R$ 9,02 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.
A expectativa é que o faturamento do setor em 2026 supere R$ 15 bilhões. "O resultado de agosto reflete a elevação do valor médio das operações", diz Camargo, que prevê um novo recorde para o ano.
O seguro viagem registrou o maior crescimento percentual do mês, com alta de 22,8%. O segmento faturou R$ 3,1 milhões, impulsionado pelo aumento de 20,2% no tíquete médio.
Os serviços de traslado e o transporte rodoviário também cresceram dois dígitos. O faturamento com traslados subiu 15,1% (R$ 5,9 milhões) e o rodoviário avançou 14,2% (R$ 6,2 milhões).
A locação de veículos recuou 1,7% no período, totalizando R$ 29,5 milhões. A queda ocorreu devido à redução de 7,3% no número de contratos de aluguel de carros.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.