Namorado trancou quarto e conviveu com o corpo durante dias após matar estudante em SC, diz polícia
Quem era a estudante encontrada morta na casa do namorado em SC José Gustavo Rabelo, homem de 21 anos que confessou ter matado a namorada, Joviana Evelyn Iankovski, em Sangão (SC), permaneceu com o corpo no próprio quarto durante todo o fim de semana, segundo o delegado Murilo Silveira da Cunha, responsável pela investigação.
O crime, conforme o investigador, teria ocorrido na virada de quinta-feira (6) para sexta-feira (7), após uma discussão motivada por mensagens encontradas pela jovem no celular do namorado.
A estudante de biologia foi morta com um mata-leão ao tentar sair da residência.
"Ele informa que manteve o quarto trancado e somente informou o ocorrido aos familiares na manhã de segunda-feira", disse o delegado. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Segundo a Polícia Civil, a jovem tentou sair da casa após a discussão, mas foi impedida pelo suspeito, que a seguiu e aplicou o golpe, levando-a à morte por asfixia.
"Ele, então, colocou o corpo na cama e permaneceu na residência.
O autor ainda relata que consumiu bastante medicamento controlado, o que o teria deixado entorpecido durante toda a sexta-feira.
Sobre os dias seguintes, ele apenas relatou que não sabe com precisão o que ocorreu, mas que teria consumido bastante bebida alcoólica", informou Cunha.
Segundo a Polícia Civil, a jovem tentou sair da casa, mas foi impedida pelo suspeito, que a seguiu e aplicou um golpe conhecido como mata-leão, levando-a à morte por asfixia.
O g1 tentou localizar a defesa dele, mas não havia conseguido até a última atualização desta reportagem.
Família do investigado soube do crime dias depois A polícia confirmou que o jovem só avisou a família sobre a morte na manhã de segunda-feira (9).
Mãe e avó, que moravam com ele, não desconfiaram da situação porque o suspeito comumente levava pessoas para seu quarto, "fazendo dos seus aposentos um cômodo isolado", disse o delegado.
Um exame da Polícia Científica vai identificar com precisão a causa da morte.
"O investigado não possuía antecedentes nem violência doméstica em seu nome.
No entanto, familiares relatam que o relacionamento já era conhecido por ser conturbado", pontuou o delegado.
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