Tarcísio diz que rechaça "o que não faz sentido" no bolsonarismo
Candidato à reeleição em São Paulo , o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou, nesta quarta-feira (19/8), que “rechaça” o que não faz sentido no bolsonarismo .
“Eu me identifico sim com o bolsonarismo, [mas] é lógico que a gente sempre rechaça aquilo que não faz sentido.
Veja o esforço que nós fizemos aqui em São Paulo para elevar a cobertura vacinal” , disse Tarcísio, citando dados sobre vacinação no estado.
A declaração foi feita durante sabatina de Tarcísio à Rádio Jovem Pan, em resposta à pergunta sobre se ele se considerava um candidato bolsonarista.
A entrevistadora lembrou que Eduardo Bolsonaro (PL) se manifestou recentemente contra a obrigatoriedade das vacinas.
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O candidato, que chegou a ser anunciado como coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) em São Paulo, tem se distanciado do bolsonarismo desde o início da campanha .
No último domingo (16/8), Tarcísio disse, por exemplo, ser contra o encarceramento em massa, que é defendido por Flávio .
Nesta semana, os dois terão agendas juntos na capital paulista e em Barretos, no interior do estado.
Rever plataformização Na entrevista desta quarta, Tarcísio foi questionado também sobre temas como os indicadores ruins do estado em educação.
O governador afirmou que sua gestão estava reavaliando a continuidade da política de plataformização nas escolas, uma das grandes apostas do secretário Renato Feder quando assumiu a pasta “A gente já está revendo essa estratégia das plataformas.
Talvez a gente tenha trazido engessamento”, disse Tarcísio.
O uso obrigatório das plataformas na rede estadual virou uma das principais críticas de professores no estado.
O modelo é o mesmo implantado por Feder quando ele era secretário de Educação no Paraná.
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