Carro da Cadillac na Fórmula 1 pode ter mais de 16 km de fios, segundo estimativa da GM: sensores monitoram motor, pneus e fluxo de ar em milissegundos para ajudar engenheiros em dois continentes a buscar desempenho na pista
O carro da Cadillac na Fórmula 1 pode reunir mais de 16 quilômetros de fios sob a carroceria, segundo uma estimativa apresentada pela General Motors.
No MAC-26, utilizado pela equipe na temporada de 2026, essa infraestrutura conecta medições de motor, pneus e comportamento aerodinâmico a um trabalho de engenharia que continua muito além dos boxes.
O número apareceu em um episódio da série “What Makes Fast”, divulgado pela fabricante em outubro.
A informação exige uma distinção: trata-se da estimativa de um especialista citado pela GM, não de uma metragem acompanhada de inventário técnico público ou verificação independente.
A empresa também não detalhou o peso dessa instalação.
Sensores registram o que o piloto não consegue acompanhar Segundo a fabricante, os sensores monitoram a potência produzida pelo motor, a pressão dos pneus e até a velocidade do ar ao redor do veículo.
Mudanças de direção também são registradas, com informações sobre o comportamento dos componentes captadas na escala dos milissegundos.
Essas grandezas ajudam a contextualizar o desempenho.
A pressão dos pneus interfere na maneira como eles trabalham em contato com o asfalto; o fluxo de ar está ligado ao funcionamento aerodinâmico.
Ao analisar os registros junto às condições de cada volta, os engenheiros procuram entender onde o conjunto precisa de ajustes.
A GM não identifica, nesse material, os modelos dos sensores, a quantidade de canais monitorados nem a frequência de amostragem de cada sinal.
Portanto, a referência a milissegundos não permite concluir que todos os componentes sejam medidos na mesma frequência ou que os dados atravessem continentes nesse intervalo.
Da pista a Silverstone e Charlotte As informações chegam aos profissionais no circuito e às estruturas de engenharia em Silverstone, na Inglaterra, e Charlotte, na Carolina do Norte, Estados Unidos.
Essa distribuição permite que especialistas fora do autódromo participem da análise enquanto o piloto administra aderência, tráfego e comportamento do carro.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhabv.com.br — o conteúdo pertence a Folha de Boa Vista.