Corinthians e Hypera divergem sobre multa da Neo Química Arena
O Corinthians e a Hypera Pharma divergem sobre o valor da multa para encerrar o contrato de naming rights da Neo Química Arena .
A informação foi divulgada pelo Globo Esporte no domingo (18.out.2026).
A discussão se dá enquanto o clube negocia com a Caixa Econômica Federal um acordo para quitar a dívida da construção do estádio .
Para avançar nas conversas com o banco público federal, o Corinthians avalia transferir os direitos de nome do estádio à Caixa.
A mudança exigiria o encerramento do contrato atual com a Hypera Pharma, mas as partes ainda não chegaram a um acordo sobre o valor da rescisão.
O acordo anunciado pela Hypera em setembro de 2020 tem duração de 20 anos e valor original de R$ 300 milhões.
O contrato projeta multas decrescentes em caso de rompimento unilateral.
Para 2026, a tabela estabelece R$ 47,85 milhões, valor usado pelo Corinthians como referência na negociação.
A Hypera Pharma defende que a multa seja corrigida pelo IGP-M, o Índice Geral de Preços – Mercado.
Com a atualização, o montante chegaria a cerca de R$ 68 milhões, aproximadamente 42% acima do valor considerado pelo clube.
Procurada pelo ge , a empresa informou que não comenta o assunto.
Negociação com a Caixa Apesar da diferença de cerca de R$ 20 milhões, a diretoria do Corinthians espera reduzir o valor final com base na relação comercial com a farmacêutica.
Segundo o ge , o clube ofereceu um contrato de patrocínio como alternativa e também discute a possibilidade de a Hypera assumir os naming rights de outros espaços, como o CT Joaquim Grava.
A proposta apresentada à Caixa propõe que o banco assuma os direitos de nome do estádio como parte da negociação para quitar a dívida.
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