Entenda como agia grupo preso por criar mais de mil títulos de créditos falsos em Salvador; suspeitos movimentaram R$ 32 milhões
Grupo é suspeito fraude e movimentar R$ 32 milhões em Salvador As três pessoas presas nesta terça-feira (15), por suspeita de criar e negociar mais de mil títulos de crédito e recebíveis fraudulentos, em Salvador, usavam empresas veterinárias para dar aparência de regularidade aos documentos.
As informações foram divulgadas pela Polícia Civil (PC), que deflagrou a "Operação Sem Lastro" contra o grupo.
Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em residências e estabelecimentos comerciais.
Os integrantes foram identificados como Caio Vinícius Sande Santos, que é apontado como principal suspeito dos crimes, além de Kaliana Argolo de Oliveira e Adriana Gonçalves Sande Santos, identificadas pela investigação como ex e atual esposa dele, respectivamente. (entenda as participações abaixo) 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Caio e Adriana foram presos em um condomínio de luxo, no bairro do Jardim Armação.
Já Kaliana foi capturada no Jardim das Margaridas.
Com eles, foram apreendidos celulares, tablets, escrituras, cadernos, comprovantes bancários e outros documentos que podem ajudar na investigação.
Grupo é suspeito de criar mais de mil títulos de créditos falsos e movimentar R$ 32 milhões em Salvador Pedro Moraes / Polícia Civil da Bahia Conforme as apurações policiais, os investigados movimentaram mais de R$ 32 milhões, e o prejuízo estimado é superior a R$ 15 milhões.
Os mais afetados pelas ações são donos de pequenos negócios.
Um deles, inclusive, foi à falência após ser vítima.
Veja abaixo os detalhes da investigação: Como funcionava o esquema Quem são os suspeitos e suas funções Como grupo protegia patrimônio Como comerciantes foram afetados Como funcionava o esquema Segundo a PC, o grupo criava títulos que simulavam dívidas reais de empresas.
Os documentos eram negociados no mercado financeiro como se correspondessem a operações comerciais que, na verdade, não haviam acontecido.
A investigação identificou mais de mil duplicatas falsas, envolvendo mais de 200 empresas que apareciam nos documentos como responsáveis pelos pagamentos, embora, segundo a polícia, não tivessem realizado as operações descritas.
Para manter o esquema funcionando, os investigados também faziam pagamentos de alguns dos próprios títulos, usando recursos de empresas ligadas ao grupo.
A prática, chamada de autopagamento, ajudava a criar uma falsa aparência de capacidade financeira e permitia, segundo a investigação, que novos títulos fossem negociados.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Bahia.