No Camboja, brasileiros vítimas de tráfico humano vivem sob grades, vigilância e tortura
A cambojana So Raksa, 26, havia acabado de se casar.
Comemorava as bodas em casa com o noivo, familiares e amigos quando começou a correria.
Um condomínio a cerca de 200 metros de onde morava, na cidade de Poipet, no Camboja , era alvo de uma operação policial.
"Foi surpreendente porque eram muitos", conta.
Leia mais (08/23/2026 - 23h00)
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