Mobilizada para emergência, Guarda Nacional dos EUA completa 1 ano Washington
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Militares armados em estações de metrô, ruas do centro e pontos turísticos tornaram-se parte da paisagem de Washington. É comum ver integrantes da Guarda Nacional tirando fotos com turistas ou circulando pela cidade.
O que começou há um ano como mobilização anunciada pelo presidente Donald Trump para responder a uma suposta "emergência" de criminalidade virou operação de longo prazo , prevista até janeiro de 2029, mesmo diante de questionamentos sobre eficácia, custo e limites do uso das Forças Armadas na segurança pública.
De um ano para cá, houve ainda registros de guardas que foram vítimas de violência . Em novembro, dois militares foram baleados em Washington; um deles morreu depois dos ferimentos . Segundo as autoridades, o ataque foi cometido por um imigrante afegão que havia dirigido do estado de Washington até a capital.
O governo atribui à operação parte da melhora na segurança. Em balanço divulgado nesta semana, o US Marshals Service, um braço federal de aplicação da lei, afirmou que a força-tarefa, junto a agentes locais, realizou mais de 16 mil prisões, entre elas as de 35 suspeitos de homicídio e mais de 100 integrantes de gangues, além de apreender quase 2.000 armas ilegais. Lauren Bis, porta-voz da Casa Branca, afirmou que a força-tarefa "reduziu o crime" e transformou Washington de uma cidade dominada pela criminalidade em um lugar seguro para moradores e visitantes.
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Uma análise do site The Trace, especializado em violência armada, mostrou que o número de baleados caiu 62% nos dois primeiros meses da operação, ante o mesmo período de 2024 —mas a queda já havia começado em meados de abril, quatro meses antes da chegada da Guarda.
Outro levantamento, do think tank progressista CAP (Center for American Progress), examinou Washington e outras cidades que receberam a Guarda e não encontrou efeito mensurável sobre crime violento, homicídios ou violência armada.
O estudo, de Chandler Hall, ressalta que a queda da violência antecede as intervenções de Trump: crimes violentos e homicídios já vinham em queda em cidades americanas em 2023 e 2024, e, em Washington, crimes violentos haviam atingido em 2024 o menor nível em três décadas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.