“Menina do Ministério Etrom” é presa após ofensas racistas em hotel no DF
Sabe quem é? Conhecida na internet como “a menina do Ministério Etrom” , Lusimar Augustinho da Silva , de 55 anos, foi presa na tarde de quinta-feira (13), após proferir ofensas racistas contra funcionários de um hotel na Asa Norte, no Distrito Federal . Lusimar teria, como de costume, gravado um vídeo em que ofende os profissionais do estabelecimento e, posteriormente, publicado a gravação nas redes sociais.
Conforme publicado pela coluna Carlos Carone no Metrópoles , a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) conduziu Lusimar e os demais envolvidos até a 5ª Delegacia de Polícia (Área Central) , onde foram tomadas as providências cabíveis.
E essa não é a primeira vez que acontece algo do tipo. A mulher já esteve envolvida em diversos processos e ocorrências policiais nos estados de Goiás, Distrito Federal, São Paulo e Rio Grande do Sul. Entre os casos divulgados pela imprensa estão acusações relacionadas a injúria racial, ameaça, difamação e perseguição .
Lusimar Augustinho da Silva é conhecida como “Menina do Ministério Etrom” . Ela nasceu em Montes Claros de Goiás , em 7 de agosto de 1971, e foi criada pelos avós em Goiânia .
Lusimar, que se autointitula “A Menina” ganhou notoriedade por publicar vídeos em que aparece abordando pessoas em locais públicos, muitas vezes gritando, fazendo acusações e proferindo ofensas .
Nos vídeos ela mistura discursos religiosos, teorias conspiratórias, acusações e referências a pessoas famosas, como Rafa Kalimann, Simone e Simaria, Angélica e Luciano Huck. As gravações da “ menina ” são constantemente compartilhadas como memes .
Reportagens sobre a trajetória de Lusimar relatam que ela estaria em situação de rua e costuma viajar por diferentes cidades e estados brasileiros. Ela já apareceu em vídeos gravados em locais como Brasília, São Paulo e Santos , entre outras cidades.
O Ministério Etrom é apresentado como uma espécie de igreja ou movimento religioso criado e divulgado pela própria Lusimar. O nome “Etrom” é a palavra “morte” escrita ao contrário .
Nos vídeos e publicações, Lusimar fala sobre uma suposta luta contra os chamados “saymonistas” .
Ela mantém perfis nas redes sociais e também um blog, nos quais publica vídeos e textos. Com o tempo, ganhou milhares de seguidores, se tornou um fenômeno da internet e passou a pedir doações de seguidores por meio de Pix.
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Existem reportagens que mencionam um histórico de sofrimento ou possíveis transtornos mentais envolvendo Lusimar. Uma das fontes jornalísticas que abordaram o caso cita um relatório policial que mencionava a possibilidade de transtorno ou sofrimento mental, mas a própria informação estaria pendente de comprovação .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.maisgoias.com.br — o conteúdo pertence a Mais Goiás.