PALMEIRAS X SANTOS: O CONFRONTO DE ESTILOS DISTINTOS NAS QUARTAS DA COPA DO BRASIL
O Palmeiras e Santos começam nesta quarta-feira (26) a disputa por uma vaga na semifinal da Copa do Brasil.
O primeiro confronto acontece no Nubank Parque, às 21h30, e coloca frente a frente duas equipes com propostas bastante diferentes: de um lado, o Palmeiras de Abel Ferreira, mais consolidado, agressivo sem a bola e capaz de acelerar o jogo após recuperar a posse; do outro, um Santos que ganhou maior flexibilidade sob o comando de Cuca e que pode alternar momentos de pressão e domínio territorial com uma postura mais reativa.
COMO CHEGA O PALMEIRAS PARA O CLÁSSICO O Palmeiras chega ao confronto em um momento de recuperação.
Depois de uma sequência de partidas abaixo do seu nível, a equipe goleou o Vasco por 4 a 1 e voltou a apresentar uma de suas principais características: capacidade de aumentar a intensidade e acelerar o jogo depois de encontrar espaços.
A vitória também manteve o time na liderança do Brasileirão, agora com seis pontos de vantagem.
A equipe de Abel deve novamente partir de uma estrutura com saída de três, tendo jogadores capazes de dar amplitude pelos corredores e meias ocupando os espaços interiores.
A grande mudança para este confronto está na ausência de Allan, que está de saída para o Manchester City e vinha sendo uma peça fundamental do modelo palmeirense.
Jhon Arias aparece como uma das alternativas para ocupar esse espaço, enquanto Maurício deve ganhar maior protagonismo.
AS VIRTUDES DO PALMEIRAS DE ABEL FERREIRA 1 – A capacidade de acelerar depois de encontrar o espaço Uma das maiores virtudes do Palmeiras é não depender exclusivamente de uma posse longa para criar perigo.
O time pode circular a bola, atrair o adversário e, assim que encontra uma brecha, acelerar verticalmente.
Foi justamente o que aconteceu contra o Vasco.
Depois de um primeiro tempo de pouca produção, o Palmeiras aumentou a velocidade da circulação, passou a quebrar linhas com mais frequência e marcou três gols em apenas dez minutos.
O terceiro gol, por exemplo, nasceu de uma transição conduzida por Andreas Pereira, que percorreu boa parte do campo antes de encontrar Maurício.
Isso pode ser especialmente importante contra o Santos.
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