Patota judicial brasileira
O ministro Alexandre de Moraes (STF) autorizou busca e apreensão sobre fonte de jornalista que divulgou fotos do colega de toga Flávio Dino em passeio com carro oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão há meses. Nunca na História do Brasil houve isso, nem nos dias sombrios da ditadura militar. E como fonte é fonte, não vamos citá-lo na Coluna , apesar do nome divulgado amplamente ontem. A inversão dos papéis é latente e corporativa. A operação da Polícia Federal ontem surgiu na esteira da quebra de sigilo do aparelho com a apreensão do celular do jornalista Luis Pablo, de São Luís. Até agora não se viu nenhuma punição a Dino, que usou carro do TJ para passeio particular. Ou seja, para a dupla do Judiciário corporativo do Brasil, a culpa de denúncias de malfeitos é da imprensa…
Em tempos de tanta bajulação – querida pelas autoridades, na maioria das vezes no Judiciário e Legislativo – o deputado federal Célio Studart (PSD-CE) resolveu simplificar o trato pessoal com as visitas. Na porta do gabinete, colou um cartaz visível para quem chega: o seu nome é Célio, não precisa chamá-lo de doutor, excelência ou senhor. E ponto.
Co-organizado por Gabriela Rollemberg, o movimento “Mulheres que Pensam o Brasil” realiza hoje, na ALESP, etapa de consolidação da Carta das Mulheres para a Política – Agenda para as Eleições de 2026. O documento foi entregue ao presidenciável Augusto Cury, que inseriu as diretrizes em seu plano de Governo. A Carta será apresentada a todos candidatos à Presidência. E à Clariana Barão, candidata do Democracia Cristã, que terá chapa 100% feminina.
O inverno 2026 tem impulsionado a procura por produtos típicos da estação no e-commerce. Levantamento do Cuponomia aponta aumento de até 82% nas buscas por itens como meias de lã, lareiras, aquecedores, moletons, casacos e cobertores. Na sequência aparecem lareiras ecológicas e elétricas (+51%), moletons (+37%), aquecedores (+30%), botas femininas (+25%), casacos (+23%) e cobertores (+22%).
As cooperativas financeiras ampliam o acesso ao crédito rural e impulsionam o agronegócio em Goiás, onde responderam por 10,8% dos financiamentos contratados em 2025, totalizando R$ 3,14 bilhões.
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