De ‘sua mãe’ ao Irã: de saída do cargo, porta-voz de Trump coleciona momentos controversos
O presidente dos Estados Unidos , Donald Trump , anunciou na quarta-feira, 12, que Karoline Leavitt deixará o cargo de secretária de imprensa da Casa Branca no fim deste mês, encerrando uma passagem de 20 meses marcada por confrontos frequentes com jornalistas e pela defesa incondicional do ocupante do Salão Oval.
Aos 28 anos, Leavitt foi a pessoa mais jovem a ocupar a função de porta-voz e continuará como uma das principais assessoras externas do presidente e uma voz influente no Partido Republicano.
Ela afirmou que decidiu deixar o posto porque não conseguia conciliar as exigências da função com a criação dos dois filhos pequenos.
Ao anunciar a saída de Leavitt , Trump afirmou que ela foi “uma das melhores secretárias de Imprensa da Casa Branca na história do cargo”.
“Obrigada, Karoline, pelo excelente trabalho!”, acrescentou o presidente americano.
Alguns episódios ajudam a explicar a marca deixada pela porta-voz: Continua após a publicidade Confronto pelo ‘Golfo da América’ Uma das principais disputas de Leavitt com a imprensa envolveu a decisão de Trump de mudar o nome do Golfo do México para “Golfo da América”.
A Associated Press manteve o nome tradicional em seu noticiário e, como resposta, a Casa Branca restringiu o acesso de jornalistas da agência de notícias a eventos presidenciais.
Continua após a publicidade Leavitt defendeu a medida sob o argumento de que o governo precisava responsabilizar veículos que, segundo ela, divulgavam “mentiras”.
A AP processou a porta-voz e outros funcionários do governo, alegando que estava sendo punida por uma decisão editorial. ‘Sua mãe’ Continua após a publicidade Leavitt também ganhou notoriedade por respostas agressivas ou provocativas a jornalistas.
Em outubro, um correspondente da HuffPost questionou a escolha de Budapeste para um possível encontro entre Trump e Vladimir Putin , diante da importância da cidade para as relações entre Rússia e Ucrânia .
Continua após a publicidade “Será que ele não vê por que a Ucrânia poderia se opor a esse local? Quem sugeriu Budapeste?”, perguntou o jornalista.
A resposta da porta-voz foi curta: “Sua mãe”.
Depois, ela chamou o jornalista de “esquerdista radical” e afirmou que suas perguntas eram tendenciosas e desonestas.
Continua após a publicidade Epstein e a defesa de Trump Quando democratas divulgaram documentos relacionados a Jeffrey Epstein , falecido financista condenado por crimes sexuais, Leavitt classificou o episódio como uma “farsa fabricada” promovida pelo Partido Democrata.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.