Cientistas encontraram um padrão bizarro em mais de 1.000 casos de suposta reencarnação humana
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Os casos de reencarnação humana sempre dividiram opiniões, mas uma pesquisa com relatos coletados ao longo de décadas traz um dado de cair o queixo para a ciência moderna. Crianças que lembram de vidas passadas apresentam um intervalo de tempo muito menor quando a morte anterior acontece de forma trágica.
A galera da Divisão de Estudos Perceptivos da Universidade da Virgínia estuda essas histórias bizarras desde os anos sessenta. Eles juntaram a maior base de dados do mundo sobre o assunto, checando fatos cruzados entre o que a criança falava e a vida da pessoa que já tinha partido.
Para você ter ideia, a pesquisa publicada no site gringo ScienceAlert avaliou um total de 1.678 relatos mundiais. Desse bolo todo, 1.319 registros tinham informações confiáveis e precisas sobre as datas exatas das mortes e dos nascimentos.
O detalhe que mais deixou a equipe surpresa foi justamente o relógio temporal entre a partida e a chegada. Em média, a pessoa demora cerca de 16 meses para nascer novamente quando juntamos todos os dados arquivados pelo departamento de pesquisa.
Só que o tempo muda totalmente de ritmo dependendo de como a vida anterior chegou ao fim. Esse fenômeno desafia as teorias normais da psicologia porque o efeito apareceu bem forte até em famílias que nem acreditavam nesse tipo de retorno espiritual.
A pesquisa mostra que o retorno acontece mais rápido nas seguintes situações que fogem do controle humano:
Nessas horas de tensão, o tempo de intervalo despenca para apenas 12 meses, na média. Algumas tradições antigas dizem que quem vai embora de supetão acaba deixando muita pendência emocional para trás, o que geraria uma pressa danada para voltar logo.
Dá uma olhada na diferença gritante entre os dois cenários apontados pelos especialistas americanos:
Os números apontam uma redução de 43% no intervalo de tempo quando a pessoa perde a vida de surpresa. Para os cientistas, a cultura religiosa do ambiente familiar não consegue justificar sozinha essa margem matemática tão exata e repetitiva nas planilhas.
Os estudiosos deixam claro que achar um padrão nos registros não serve de prova definitiva para o lado de lá. Eles preferem manter os pés no chão, assumindo que ainda não existe um gatilho biológico provado que explique essa ligação maluca entre uma fatalidade e um bebê recém-nascido.
Apesar de toda essa cautela profissional, a equipe bate o pé de que não dá para simplesmente jogar um dado tão marcante no lixo. A comunidade promete continuar escavando esses mistérios para tentar decifrar se a nossa consciência ganha mesmo uma segunda chance para terminar o que ficou pela metade.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.