O dia nasceu feliz: o povo fez História e a luta continua
O povo ocupou as ruas, as redes e as urnas.
Pela primeira vez, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma eleição presidencial registrou a maior queda na abstenção entre o primeiro e o segundo turno desde a redemocratização: 1,86 ponto percentual, de 21,08% para 19,22%.
Pela primeira vez, um candidato à Presidência da República saiu da segunda posição no primeiro turno e virou o jogo no segundo.
Com mais de 4 milhões de votos de diferença, Luiz Inácio Lula da Silva será presidente do Brasil pela quarta vez a partir de 2027.
Nós vimos, vivemos e fizemos História.
Tudo começou quando estudantes da Universidade Federal Fluminense (UFF) decidiram que não teriam um presidente miliciano.
Ocuparam as ruas da minha cidade, Niterói, e nos emocionaram.
Mostraram ao país inteiro que era assim que ganharíamos a eleição: com o povo nas ruas, com a juventude mobilizada e com o reforço de um grande “exército” nas redes sociais, comandado pelo deputado André Janones (Rede-MG).
E, assim, ganhamos.
O mundo acompanhou e apoiou a vitória histórica da união de um povo contra o fascismo, a mentira, a desinformação, as milícias, as big techs e os Estados Unidos.
Graças às ruas! O povo sentiu que as ruas trazem vitórias.
Sentiu o sabor de vencer quando luta! Ou não foi assim quando peitamos o “Congresso inimigo do povo” e fizemos aprovar a isenção do imposto de renda? Ou não foi assim quando tivemos a vitória histórica contra a jornada 6×1? E agora pudemos saborear uma imensa virada histórica, continental! Essa foi a primeira etapa de uma jornada rumo aos melhores sonhos que já sonhamos para este país.
O adversário miliciano, como era de se esperar, não aceitou a derrota.
Ele provou que suas promessas eram mentirosas, inclusive a de que aceitaria o resultado das urnas e reconheceria a apuração conduzida sob a presidência de Kassio Nunes Marques, ministro do Supremo Tribunal Federal nomeado durante o governo Jair Bolsonaro e presidente do Tribunal Superior Eleitoral.
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