Royal transforma críticas em combustível no Flamengo: "Já vivi tiroteio, então isso não me atinge"
Depois de começo irregular, Royal briga por vaga de titular Bastaram poucos minutos ao lado de Emerson Royal para que o lateral chamasse atenção pelo estilo.
Tênis coloridos, bermuda de basquete e muita personalidade.
O bom humor também aparece nas conversas: faz questão de destacar seu perfume preferido e até dá dicas de moda.
O sorriso é reflexo do momento que vive — está em boa fase no Flamengo e animado para o duelo desta quarta-feira, contra o Cruzeiro, no Maracanã, pelo jogo de volta das oitavas de final da Conmebol Libertadores.
Nem sempre, porém, foi assim, principalmente nos primeiros meses de Flamengo.
Royal conta que precisou trabalhar para transformar as críticas em combustível para reagir.
Em entrevista ao ge, relembrou a infância em São Paulo para explicar a volta por cima que vem construindo no clube rubro-negro.
Para ele, as cobranças servem de motivação em um ambiente marcado pela alta competitividade.
De onde eu saí, saí maduro.
Minha vida não foi fácil.
Já vivi tiroteio, sem ter o que comer, na favela.
Não tive oportunidade.
Consegui sair e buscar uma vida melhor para a minha família.
Isso já é uma vitória.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.