Empresas recorrem à IA agêntica para fazer o orçamento de viagens render mais
Poucas despesas corporativas variam tanto quanto uma viagem.
Passagens aéreas mudam de preço, tarifas negociadas de hotéis nem sempre estão disponíveis e uma compra feita dentro da política da empresa pode deixar de ser a melhor opção poucos dias depois.
Acompanhar todas essas variações manualmente, em milhares de reservas, seria praticamente inviável para qualquer equipe.
É justamente nesse tipo de atividade que a IA agêntica começa a ganhar espaço.
A VOLL , agência de viagens corporativas escolhida por empresas líderes de diferentes setores para gerir viagens e despesas, apresentou em setembro uma nova plataforma construída sobre IA agêntica , capaz de executar determinadas tarefas sem depender de uma nova intervenção humana a cada ocorrência.
A companhia já utilizava agentes em iniciativas voltadas à economia e ao monitoramento de viagens.
Com a nova arquitetura, essa lógica passa a alcançar uma parcela maior da operação, incluindo políticas, aprovações, consultas gerenciais e decisões de compra .
Nova tela inicial da plataforma VOLL, com recomendações personalizadas e voos, hotéis e carros a um toque de distância.
Simulações otimizadas Um dos usos está na simulação de regras.
É possível que os interlocutores perguntem ao sistema, por exemplo, quanto a empresa economizaria se aumentasse em dois dias a antecedência das compras .
A resposta é construída a partir do próprio histórico da companhia, permitindo estimar o impacto antes de alterar a política.
A tecnologia também entra no momento da aprovação.
Uma solicitação fora da política pode vir acompanhada da explicação sobre a exceção, enquanto diferentes serviços de uma mesma viagem podem receber tratamentos distintos.
Assim, o aprovador não precisa reconstruir todo o contexto antes de tomar uma decisão.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.