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Comandante dos EUA chega à Colômbia para reunião sobre narcotráfico

CNN Brasil ·
Comandante dos EUA chega à Colômbia para reunião sobre narcotráfico

O comandante do Comando Sul dos Estados Unidos, General Francis L.

Donavan chegou nesta quarta-feira (26) à Colômbia para se reunir com os novos líderes militares do país para discutir esforços conjuntos para combater criminosos que os EUA classificam como “narcoterroristas” e fortalecer a parceria de segurança entre os dois países.

A stronger alliance for a safer region. #SOUTHCOM Commander Gen.

Francis L.

Donovan arrives in Colombia to meet with the nation’s new military leaders to discuss joint efforts to combat narco-terrorists and strengthen the U.S.-Colombia security partnership.

Colombia, the newest… pic.twitter.com/eKsDnKbJsb — U.S.

Southern Command (@Southcom) August 26, 2026 A Colômbia é o mais novo integrante da Coalizão Americana Contra Cartéis, liderada pelos EUA.

O presidente Abelardo de La Espriella tomou posse há apenas 20 dias e autorizou operações conjuntas com os americanos para combater narcotráfico em território colombiano.

Leia Mais EUA fazem operações militares contra cartéis e narcotráfico no Equador De la Espriella diz que grupos criminosos serão tratados como terroristas Presidente da Colômbia fala com Trump sobre combate às drogas e sanções Colômbia autoriza operações conjuntas com os EUA para combater narcotráfico O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, deu as boas-vindas à Colômbia, neste mês, a uma coalizão militar de combate ao narcotráfico formada por nações do Hemisfério Ocidental com ideologias afins, após a posse de Aberlardo de la Espriella.

Antes de uma reunião com o novo ministro da Defesa da Colômbia, Jorge Eduardo Mora — um major-general da reserva —, Hegseth afirmou que o país também havia autorizado “ operações militares conjuntas para destruir terroristas e redes terroristas”.

A reunião da chamada Coalizão das Américas contra Cartéis ocorreu no Panamá, cujo canal se tornou um dos primeiros focos da política do presidente americano Donald Trump para a América Latina.

De La Espriella toma posse na Colômbia e promete combate firme ao crime Essa política dos EUA expandiu-se drasticamente desde então, com o lançamento de ataques militares americanos contra embarcações suspeitas de transportar drogas em setembro passado — resultando na morte de mais de 200 pessoas até o momento — e uma incursão de comandos liderada pelos EUA em janeiro que depôs Nicolás Maduro, o ditador da Venezuela.

Críticos afirmam que os ataques dos EUA equivalem a crimes de guerra passíveis de julgamento pelo Tribunal Penal Internacional, mas Hegseth criticou duramente a organização e incentivou os aliados da coalizão presentes na reunião no Panamá a se retirarem dela.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

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