Eleições 2026: como votaram as áreas indígenas e quilombolas do Brasil
Levantamento da CNN Brasil realizado com base nos dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostra que o atual presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu 82,93% dos votos válidos registrados em aldeias e terras indígenas no primeiro turno do último domingo (4).
O chefe do Planalto venceu em 493 dos 542 locais de votação indígenas.
O desempenho do petista nessas regiões supera o percentual nacional do candidato de 45,16% , contra 47,04% do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) .
Leia Mais Lula perdeu em mais de 700 cidades que ganhou em 2022 para Flávio em 2026 Flávio Bolsonaro venceu em 714 municípios que deram vitória a Lula em 2022 Lula supera Flávio na seção em que filho do ex-presidente votou Flávio, que encerrou o primeiro turno à frente, sustentou a liderança em pontos específicos.
Dos 48 locais indígenas do país em que Flávio venceu, mais da metade fica em Roraima.
O candidato do PL venceu em 28 dos 60 locais indígenas do estado, que concentrou seus melhores resultados em terras indígenas de todo o país.
Nesse segmento em Roraima , Flávio obteve 56,39% dos votos válidos , enquanto Lula, 22,86% .
Os demais locais indígenas onde Flávio também venceu foram no Maranhão (5), Mato Grosso (5), Pará (2), Rondônia (2), Minas Gerais (2), Amazonas (2), Acre (1) e Mato Grosso do Sul (1).
O levantamento aponta um empate em Roosevelt , aldeia Cinta Larga em Espigão do Oeste, em Rondônia.
No local, Flávio e Lula receberam 76 votos cada.
A votação nos locais indígenas também foi contra a média nacional registrada pelo TSE.
Dos 255 locais indígenas que ficam em municípios onde Flávio venceu , Lula ganhou em 216 deles.
Quilombolas Nas comunidades quilombolas, o cenário se repetiu.
Lula recebeu 64,91% dos votos válidos, vencendo em 101 dos 110 pontos mapeados pela Justiça Eleitoral.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.