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Douglas Ruas diz desaprovar gestão Castro, mas poupa aliados investigados

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Douglas Ruas diz desaprovar gestão Castro, mas poupa aliados investigados

Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O candidato ao Governo do Rio de Janeiro Douglas Ruas (PL) disse desaprovar da gestão Cláudio Castro (PL), o qual fez parte, mas evitou fazer comentários mais enfáticos contra o ex-governador e outros aliados investigados.

Ruas evitou dar uma nota ao governo Castro, mas disse que desaprova a gestão do ex-governador . O candidato do PL foi secretário de Cidades e deixou o cargo para disputar a cadeira de governador do estado. "O grande desafio do estado do Rio de Janeiro é a segurança pública. Tenho dito que sem segurança pública a gente não chega na escola, na unidade de saúde e nós não vimos uma mudança significativa que pudesse entregar o resultado que a população espera na política de segurança", justificou.

Castro renunciou o cargo em meio ao julgamento de sua cassação no TSE . No fim, o Tribunal Superior Eleitoral condenou o ex-governador e o tornou inelegível até 2030 por abuso de poder político e econômico devido a um esquema de cargos secretos revelado por reportagens do UOL .

Apesar de ser do mesmo partido de Castro, Ruas tentou se desvencilhar do ex-chefe . "Entrei para o serviço público através de concurso, em 2013. De lá para cá, aceitei diferentes missões. Eu nunca escolhi chefe, escolhi missão", afirmou. O candidato do PL classificou como pontos positivos apenas as obras em municípios feitas pelo ex-governador e o programa Limpa Rio.

Desaprovação da gestão e denúncias contra o ex-governador pesam . Segundo pesquisa Genial/Quaest, em julho, o governo Castro registrou uma desaprovação de 54%. Questionado sobre a operação da PF contra Castro hoje, Ruas desconversou e disse que não viu o noticiário, pois estava gravando propaganda eleitoral.

Ele também despistou fazer comentários sobre outros aliados como Rodrigo Bacellar e Renata Araújo. Sobre o primeiro, ex-presidente da Alerj, Ruas disse não ter constrangimento de ver aliados com ligações suspeitas com o Comando Vermelho. "Dentro do parlamento, nunca passei a mão na cabeça de nada ilícito. Sou policial civil e defendo que todos aqueles que têm envolvimento com as práticas criminosas, seja ela qual for, tráfico de drogas, milícia, devem ser punidos com todo rigor", afirmou.

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