Motorista diz em audiência de custódia que não matou Luísa porque quis
Adriana Felisberto Pereira durante audiência de custódia.
Foto: Reprodução/TJES Adriana Felisberto Pereira , motorista condenada pelo atropelamento e morte da estudante Luísa Lopes , em abril de 2022, passou por audiência de custódia nesta quarta-feira (12) .
Durante a sessão, ela afirmou que não matou Luísa por querer e que o que aconteceu teria sido um acidente de trânsito.
Durante a fala, Adriana afirmou que a morte de Luísa foi um acidente e que ela não teria bebido no dia do atropelamento.
Ela disse ainda que teria acionado a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
“Eu atropelei porque não vi ela passando na minha frente.
Eu chamei o Samu, chamei a polícia, eu prestei socorro.
A Luísa não morreu sozinha, eu estava ali com ela o tempo todo.
Ela era uma menina linda, infelizmente ela perdeu a vida e não fui eu que quis isso” , afirmou.
Adriana diz que foi impedida de falar em júri Ainda segundo Adriana, ela teria sido impedida de prestar depoimento no Tribunal do Júri que a condenou.
A informação foi obtida em primeira mão pelo apresentador do Cidade Alerta , Fernando Fully.
No depoimento ela afirmou que não teria passado mal durante os dois dias de julgamento, mas que teria sido impedida de participar pelo juiz e por seus próprios advogados.
“Eu tive um júri, não participei do júri.
Nunca vi isso, ter júri e não poder participar.
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