quarta-feira, 28 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Ondas de calor e poluição aumentam risco de AVC em idosos, constata estudo› FAPESP Week destaca aumento da colaboração científica entre Brasil e Países Baixos nos últimos anos› FAPESP e NWO renovam acordo e projetam expansão da cooperação científica› TV Cultura estreia série que aproxima a ciência do público› Em 1996, dirigente da National Science Foundation (NSF) destacou o modelo de financiamento da FAPESP› UFSCar e Unesp oferecem mestrado conjunto em ciências fisiológicas› Cinema Científico do Instituto Principia: Além da Morte› Festa Literária e Cultural da Unicamp› Microsoft registra lucro de US$ 36,6 bi no 1º trimestre fiscal, alta de 32%› Alphabet, dona do Google, lucra US$ 26,2 bilhões no 3º tri, queda de 25,2%› Ondas de calor e poluição aumentam risco de AVC em idosos, constata estudo› FAPESP Week destaca aumento da colaboração científica entre Brasil e Países Baixos nos últimos anos› FAPESP e NWO renovam acordo e projetam expansão da cooperação científica› TV Cultura estreia série que aproxima a ciência do público› Em 1996, dirigente da National Science Foundation (NSF) destacou o modelo de financiamento da FAPESP› UFSCar e Unesp oferecem mestrado conjunto em ciências fisiológicas› Cinema Científico do Instituto Principia: Além da Morte› Festa Literária e Cultural da Unicamp› Microsoft registra lucro de US$ 36,6 bi no 1º trimestre fiscal, alta de 32%› Alphabet, dona do Google, lucra US$ 26,2 bilhões no 3º tri, queda de 25,2%
Política

Um anel saiu do fundo do porto de Alexandria com uma das Sete Maravilhas gravada em sua superfície

O Antagonista ·
Um anel saiu do fundo do porto de Alexandria com uma das Sete Maravilhas gravada em sua superfície

Peça localizada em Antirhodos traz imagem do Farol de Alexandria e pode ter servido para autenticar documentos ou marcar recipientes.

Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR No fundo do porto oriental de Alexandria, no Egito, arqueólogos encontraram um anel de bronze com a imagem do Farol de Alexandria , uma das Sete Maravilhas da Antiguidade. A peça foi recuperada nas ruínas do palácio da ilha submersa de Antirhodos e pode ter servido como sinete, embora seu uso exato permaneça desconhecido.

O anel apareceu nas ruínas submersas de um antigo palácio em Antirhodos, ilha que integrava o setor real do grande porto de Alexandria. A descoberta foi anunciada em 7 de outubro de 2026 pelo Instituto Europeu de Arqueologia Subaquática (IEASM) , cuja missão é dirigida por Franck Goddio em colaboração com autoridades egípcias.

Antirhodos foi um centro de poder ligado aos governantes ptolomaicos. Atualmente, seus vestígios estão sob o Mediterrâneo, onde as escavações revelam estruturas e objetos de diferentes épocas da história da cidade.

A gravação está desgastada, mas lembra representações do monumento em moedas do século II d.C. O objeto e o contexto arqueológico apresentam outras características relevantes:

O farol já aparecia em moedas, gemas e recipientes antigos. O anel acrescenta outro tipo de representação e foi recuperado em contexto arqueológico documentado, como relata a revista Smithsonian .

Um anel-sinete podia imprimir símbolos em cera ou argila maleável para fechar cartas, marcar recipientes ou autenticar documentos. Assim, a imagem do farol poderia ter identificado alguém ligado ao porto , embora a função específica da peça não tenha sido confirmada.

A divulgação não apresenta impressões atribuídas a esse anel nem revela quem o possuía. A pequena perfuração também sugere a possibilidade de uso suspenso por um cordão, e não necessariamente apenas no dedo.

A localização levou a equipe de Goddio a propor que partes do antigo palácio tenham abrigado escritórios administrativos, talvez ligados ao farol. Como observa The Art Newspaper , detalhes do contexto de escavação ainda importam para avaliar a descoberta:

Conhecido por orientar navegantes e integrar as Sete Maravilhas do mundo antigo, o Farol de Alexandria também circulava em representações de objetos pequenos. O anel amplia esse conjunto, mas não permite reconstruir sozinho a aparência completa da construção.

A importância do achado está na combinação de imagem, objeto e local: um possível sinete recuperado em antigo centro de poder. A data exata de fabricação, a identidade do dono e seu emprego concreto ainda exigem investigação.

Ler a notícia completa no O Antagonista ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.

Mais de O Antagonista

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›