Trump: Rússia e Ucrânia concordam em não atacar alvos energéticos
Em 14 de setembro, o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que Ucrânia e Rússia concordaram em não atacar alvos energéticos durante o conflito no leste europeu.
A declaração foi feita em uma publicação nas redes sociais, onde o republicano também atribuiu o aumento global do preço da gasolina à guerra entre Moscou e Kiev.
Donald Trump anunciou um acordo energia Ucrânia e Rússia para evitar ataques mútuos a infraestruturas energéticas.
O ex-presidente americano associou diretamente o conflito no leste europeu ao aumento global dos preços da gasolina.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, saudou a iniciativa e fez um apelo para que Kiev cesse os ataques à infraestrutura econômica pacífica.
Na publicação, Donald Trump afirmou categoricamente: “A Ucrânia concordou em não atacar alvos energéticos russos e a Rússia concordou em fazer o mesmo! O aumento global do preço da gasolina é causado principalmente pela guerra entre a Rússia e a Ucrânia, não pelo Irã”.
Após as declarações do ex-presidente americano, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, reagiu à notícia.
Peskov declarou que a Rússia “só pode saudar qualquer pedido ao regime de Kiev para que cesse os ataques à infraestrutura econômica pacífica”.
Qual o impacto das negociações sobre a guerra? O representante do governo russo enfatizou que “qualquer país poderia usar sua influência sobre Kiev para pressioná-la a uma maior flexibilidade, o que representaria uma contribuição significativa para a resolução do conflito”, sinalizando a importância de mediadores externos na busca por uma solução para o cenário bélico.
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