Zélia Duncan celebra 45 anos de carreira e fala sobre relação com a voz: 'Tive vergonha do meu timbre grave'
Os sucessos de Zélia Duncan no palco do Fantástico Zélia Duncan celebra 45 anos de carreira com o lançamento do álbum "Agudo Grave".
Em entrevista ao Fantástico, a cantora refletiu sobre a própria trajetória e sobre a voz, que se tornou uma de suas marcas registradas. (Veja no vídeo acima).
Ela contou que, na adolescência, chegou a ter vergonha do timbre grave, mas que aprender a reconhecer essa característica foi fundamental em sua vida.
Ao falar sobre o novo trabalho, Zélia explicou que vê o "agudo" e o "grave" como metáforas que vão além da música.
Para ela, o grave representa o chão e a sustentação, enquanto o agudo está ligado aos sonhos e aos sentimentos.
Questionada sobre o amor, resumiu: "É agudo e fica grave." Da música para as pistas A cantora também falou sobre outra paixão: a corrida.
Ela relembrou uma corrida beneficente realizada em São Paulo para comemorar os 60 anos, seguida de um show com convidadas.
Zélia contou ainda como começou a correr maratonas por incentivo de Drauzio Varella, que a convenceu a disputar sua primeira prova de 42 quilômetros, em Chicago, em 2010.
A amizade entre os dois extrapolou as pistas.
Ao recordar um conselho recebido antes daquela maratona, a cantora disse que a orientação continua servindo para outras situações da vida: "Os primeiros 30 quilômetros faz o que você treinou, vai conhecendo a cidade.
Depois usa a cabeça." 'Acredito demais no coletivo' Na entrevista ao Fantástico, Zélia Duncan destacou a importância das parcerias em sua carreira.
"O primeiro, a parceria pressupõe confiança", afirmou.
Segundo ela, dividir processos criativos e aprender com outras pessoas é algo que valoriza cada vez mais.
"Eu acredito cada vez mais nisso.
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