Qualidade na saúde passa a incluir a experiência do paciente
Diego Viana, diretor regional da Athena Saúde no Espírito Santo, responsável pelo Hospital Vitória Apart.
Crédito: Ascom Hospital Vitória Apart O que significa oferecer um atendimento de qualidade? A resposta, que durante muito tempo esteve associada principalmente à segurança assistencial, aos protocolos e aos resultados clínicos, começa a incorporar outro elemento: a experiência do paciente .
O tema estará no centro do encontro do Colegiado Rede Saúde, marcado para a próxima sexta-feira, dia 28, no Hospital Vitória Apart , em Vila Velha.
Com o tema “Qualidade como estratégia: eficiência, experiência e valor em saúde”, o encontro reunirá lideranças do setor para discutir como as instituições podem transformar qualidade em uma estratégia que atravesse toda a jornada do paciente.
Entre os participantes está Diego Viana , diretor regional da Athena Saúde no Espírito Santo , responsável pelo Hospital Vitória Apart Vila Velha , onde será realizado o encontro.
A conversa terá ainda Bruno Tommasi , CEO do Grupo Tommasi .
Do resultado à experiência Para Diego Viana , o paciente está mais informado e participativo e passou a avaliar não apenas o resultado clínico, mas também a forma como é cuidado ao longo do atendimento.
“Ser ouvido, receber informações claras, ter suas dúvidas respeitadas, perceber agilidade, organização e sentir segurança fazem parte dessa percepção de qualidade.” Na avaliação do executivo, essa percepção ganha uma particularidade na saúde, já que o paciente nem sempre consegue avaliar tecnicamente um procedimento ou uma decisão assistencial.
Por isso, processos, protocolos e avaliações externas também ajudam a demonstrar que o cuidado ocorre dentro de padrões rigorosos de segurança.
Além disso, a mudança coloca um desafio para os hospitais: melhorar a experiência sem perder de vista segurança, resolutividade e eficiência.
Na prática, isso significa olhar para diferentes etapas do cuidado, como acesso, tempo de espera, comunicação com o paciente, integração das equipes e continuidade da assistência.
Tecnologia sem perder o cuidado humano Para equilibrar esses diferentes aspectos, Diego defende que a experiência do paciente precisa estar integrada aos processos que sustentam a assistência.
Isso inclui protocolos bem definidos, acompanhamento de indicadores, capacitação das equipes e, sobretudo, a escuta de quem utiliza o serviço.
“Também é importante usar a tecnologia de forma inteligente, para facilitar processos, apoiar decisões e dar mais agilidade ao cuidado, sem permitir que ela substitua o contato humano.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.