Flávio mira Michelle e Tarcísio ao defender fim da reeleição
O movimento de Flávio Bolsonaro (PL) em defesa do fim da reeleição mira um objetivo eleitoral imediato: tentar engajar lideranças da direita na campanha do senador à Presidência da República.
A estratégia mira, especialmente, três personagens considerados peças-chave para a campanha de Flávio: Michelle Bolsonaro (PL), Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Nikolas Ferreira (PL) .
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1 de 3 A ex-priemeira-dama Michelle Bolsonaro VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 2 de 3 O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro Samuel Pancher / Metrópoles 3 de 3 O governador Tarcísio de Freitas Evander Portilho / Divulgação Campanha Tarcísio de Freitas Os três são vistos como importantes para ampliar o alcance eleitoral de Flávio.
Por ora, contudo, o trio tem se engajado de forma tímida na campanha, na avaliação de aliados do senador.
Na avaliação de estrategistas ligados a Flávio, Michelle, Tarcísio e Nikolas resistem a entrar de cabeça na campanha do senador por terem projetos presidenciais para o futuro próximo .
Se reeleito em 2026, Tarcísio não poderá mais tentar reeleição ao governo de São Paulo em 2030.
Com isso, aliados do governador apontam que o caminho natural seria disputar a Presidência.
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Já Nikolas só pode concorrer à Presidência em 2031, quando terá 35 anos.
Nesse cenário, a eleição de Flávio em 2026, com a perspectiva de o senador tentar reeleição em 2030, não interessaria para Tarcísio e Michelle, pois atrapalharia os planos dos dois .
Diante disso, Flávio aposta que a defesa do fim da reeleição pode funcionar como um ponto de convergência e ajudar a fazer Tarcísio, Michelle e Nikolas a entrar de cabeça na campanha do senador.
Para evitar que o movimento seja interpretado como uma bravata, o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, tem se apresentado como uma espécie de fiador da proposta.
Ao portal PlatôBR, Marinho afirmou que Flávio pretende trabalhar pelo fim da reeleição já durante a eventual transição de governo, caso o primogênio de Jair Bolsonaro seja eleito presidente este ano.
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