Valdemar pede que irmã substitua Michelle nos cuidados de Bolsonaro
O presidente do Partido Liberal (PL) Valdemar Costa Neto afirmou, em entrevista ao Bastidores CNN , que o PL pretende ingressar com um pedido ao Poder Judiciário para que Michelle Bolsonaro seja substituída pela própria irmã nos cuidados a Jair Bolsonaro em casa.
A medida seria necessária para que Michelle possa participar da campanha de Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República.
“Nós [PL] vamos lutar até o fim para isso, para que a Michelle possa ser substituída pela irmã dela, pelo menos em casa, porque ela tem que cuidar do [Jair] Bolsonaro”, declarou Valdemar.
Estado de saúde de Bolsonaro justifica necessidade de cuidados Leia Mais Valdemar defende Michelle na campanha de Flávio: "precisamos" Valdemar admite que Michelle pode desistir de disputa pelo Senado Valdemar diz não acreditar que Michelle mudará de sigla Valdemar explicou que o estado de saúde de Jair Bolsonaro exige atenção constante.
Segundo ele, Bolsonaro tem apresentado um problema de soluço que representa risco real.
“O Bolsonaro tem que ter muita atenção.
Ele tem passado bem esses dias, mas ele tem aquele problema de soluço dele que tem que ficar atento com aquilo, porque ele pode ter isso dormindo e pode engasgar.
É muito perigoso”, afirmou.
Valdemar acrescentou que Bolsonaro “já fez cinco operações” em decorrência de um ataque a faca sofrido anteriormente, mas ressaltou que ele “é forte”.
Segundo Valdemar, Michelle não está proibida de sair de casa, mas permanece no domicílio justamente para prestar os cuidados necessários ao marido .
“Ela não está proibida de sair de casa.
Ela está em casa para cuidar do Bolsonaro”, disse.
Importância de Michelle na campanha de Flávio Valdemar destacou o papel de Michelle na campanha e avaliou que sua presença é fundamental para mobilizar eleitores, especialmente mulheres.
“O povo adora ela, ela tem um prestígio com as mulheres em todo o país”, afirmou, citando a atuação dela na organização do PL Mulher em estados como São Paulo, Minas Gerais, Rondônia e Roraima.
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