Nobel da Paz 2026: quem são os favoritos a receber o prêmio
Nomes cotados para receber o Nobel da Paz.
Da esquerda para a direita e de cima para baixo: papa Leão XIV, jornalista chinês pró-democracia Jimmy Lai, economista chinês Ilham Tohti, relatora especial da ONU Francesca Albanese, premiê canadense, Mark Carney, e militante ucraniano pelo direitos das crianças Mykola Kuleba.
EPA; AP; Andy Wong/AP; Denis Balibouse/Reuters; Yves Herman/Reuters; Reprodução: Wikimedia Commons O vencedor do Prêmio Nobel da Paz 2026 será anunciado nesta sexta-feira (9), em Oslo, na Noruega.
A edição deste ano deve premiar alguém ou alguma instituição que reforce os valores do multilateralismo e novas formas de cooperação, diante da crescente tendência de fragmentação internacional, segundo especialistas. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Entre as instituições mais cotadas para a premiação, os destaques vão para o Tribunal Penal Internacional (TPI), a Corte Internacional de Justiça (CIJ) e a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).
As pessoas físicas mais cotadas incluem o papa Leão XIV, a relatora especial da ONU para os territórios palestinos ocupados, Francesca Albanese, e o jornalista e ativista pró-democracia chinês Jimmy Lai.
Nobel de Química vai para Henri Kagan e Kenso Soai pela descoberta sobre como moléculas 'escolhem' um lado Nobel de Medicina vai para Karl Deisseroth, Peter Hegemann e Georg Nagel pela descoberta da optogenética Nobel de Física vai para Francis Halzen por detectar neutrinos a partir da Antártida O comitê recebeu 287 candidatos ao prêmio deste ano, e pouco mais de um quarto deles são organizações.
O órgão organizador mantém as indicações em sigilo por 50 anos.
Outros nomes, como o do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o do premiê do Canadá, Mark Carney, também figuram nas especulações.
Nesta quarta (7), o americano disse que deveria receber o prêmio, mas admitiu ter dúvidas sobre suas chances.
Trump defende sua candidatura por, supostamente, ter "encerrado oito conflitos".
Os líderes do Camboja, de Israel e do Paquistão disseram ter indicado o presidente americano, mas não há como verificar as declarações.
O republicano, porém, não só não conseguiu encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia - uma promessa de campanha - como também iniciou um novo conflito: a guerra no Oriente Médio.
Além disso, governos e grupos envolvidos em conflitos também contestam o papel diplomático que Trump atribui a si próprio.
Em alguns casos, os confrontos que ele alega ter encerrado voltaram a ocorrer, como na República Democrática do Congo e na fronteira entre Camboja e Tailândia.
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