Caiado chama de ‘fujões’ adversários que devem faltar a debates
O candidato a presidente Ronaldo Caiado (PSD) chamou neste sábado, 22, adversários de “fujões” ao se referir à possibilidade de alguns faltarem a debates.
Para ele, os que decidem não participar estariam “correndo, amarelando e pipocando”.
Caiado falou sobre o assunto durante agenda de campanha em Campinas, no interior paulista.
Há a possibilidade de ausência do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) no debate promovido pela Bandeirantes/Estadão neste domingo, 23.
O ex-governador de Goiás disse que ainda que, na sua opinião, quem “foge do debate não deveria ter direito sequer de registrar sua candidatura” porque teria “muito a esconder e nada a poder mostrar para o País”.
Zema defende nova reforma da Previdência O candidato a presidente Romeu Zema (Novo) também fez campanha neste sábado em São Paulo, mas na capital.
Em conversa com aposentados, defendeu uma nova reforma da Previdência e o aumento do tempo de contribuição de acordo com a expectativa de vida da população.
“Talvez vamos ter de aumentar o tempo de contribuição de quem está chegando no mercado de trabalho”, afirmou.
Ele diz que preservaria direitos adquiridos por quem já está no mercado de trabalho.
“O ideal é que isso seja feito de maneira planejada, de maneira que exista tipo um mecanismo que, ao longo do tempo, à medida que a expectativa de vida aumenta, esse tempo de contribuição também aumente, para não ter de ficar debatendo continuamente algo que nós sabemos que vai acontecer”, ressaltou o ex-governador de Minas Gerais, justificando a proposta com a necessidade de equilibrar as contas da Previdência.
Continua após a publicidade Renan Santos promete “desfavelização” Vestido com colete à prova de balas, o candidato a presidente Renan Santos (Missão) fez campanha neste sábado no Jardim Panorama, na Zona Sul de São Paulo.
Ele prometeu um programa que batizou de “Marco Nacional da Desfavelização”: segundo o político, a iniciativa poderia receber entre R$ 1,3 trilhão e R$ 1,5 trilhão num período de dez a 15 anos.
“A ideia não é desalojar as pessoas e mandar para longe”, afirmou.
O dinheiro, de acordo com ele, viria de investimentos públicos e privados e por meio corte de despesas e da criação de “títulos de desfavelização”.
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