'É uma batalha ser forrozeiro, o povo ainda acha cafona', diz João Gomes após reclamar e prêmio criar categoria forró
João Gomes segura boneco de Luiz Gonzaga e celebra criação de categoria exclusiva para o forró no Prêmio da Música Brasileira.
Reprodução/Instagram/João Gomes.
Após 33 edições, o Prêmio da Música Brasileira criou, pela primeira vez, uma categoria dedicada ao forró.
A novidade foi comemorada pelo cantor pernambucano João Gomes, que em 2025 venceu a premiação na categoria de Melhor Artista Sertanejo.
Em um vídeo publicado nas redes sociais no último domingo (30), o artista de 24 anos se emocionou ao falar sobre o reconhecimento do gênero e relembrou sua defesa pela valorização da música nordestina.
“É uma batalha imensa ser forrozeiro.
O povo ainda acha meio cafona.
É muito difícil”, afirmou.
O cantor também destacou a importância de Luiz Gonzaga, conhecido como o Rei do Baião, para a história do gênero.
“Fico feliz por ter levantado essa bandeira, falado sobre isso e ter conseguido.
Mas isso não é sobre mim, é sobre Gonzagão [Luiz Gonzaga].
Viva Gonzagão e toda a riqueza da nossa cultura… todos que fazem e fizeram pelo nosso Nordeste!”, disse.
O g1 procurou a organização do Prêmio da Música Brasileira para entender se a nova categoria de Forró já será válida na edição de 2027, quais serão os critérios de seleção e se vertentes do gênero, como piseiro e forró eletrônico, serão contempladas.
A reportagem também questionou por que o forró só ganhou uma categoria própria agora, após 33 edições, e se a decisão teve relação com a repercussão da premiação de 2025.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Pop & Arte.