Carpini afirma ter aberto mão de convicções no Fortaleza para "sobreviver" na Série B
Carpini afirma ter aberto mão de convicções no Fortaleza para "sobreviver" na Série B Adaptação à realidade na Série B e dificuldades com o que foi apresentado no início da temporada.
Em entrevista ao Podcast Denílson Show, o Thiago Carpini destacou sua passagem de sete meses à frente do Fortaleza.
O técnico destacou o cenário vivido internamente no clube e as mudanças que dificultaram o melhor desempenho do time ao longo na Série B. 📲 Receba notícias do Fortaleza direto no seu WhatsApp.
Clique aqui! Eu vivi muito isso recente no Fortaleza, porque eu digo muito, o futebol é o senhor da razão no futebol. [Quando] você ganha a narrativa fica fácil e você conta a história que quiser, mas a gente sabe que não é bem assim, a gente se sustenta a cada jogo, a cada 90 minutos.
A continuidade do trabalho é enquanto está vencendo.
Eu enfrentei um cenário onde o clube vinha de um rebaixamento, onde a diretoria que me contratou, 15 dias depois saiu e foi para o Corinthians, o Marcelo Paz com a diretoria dele.
Com a queda confirmada para a Série B, o Fortaleza começou reformulação ainda no final de 2025, sob gestão de Marcelo Paz.
Thiago Carpini, que foi anunciado pelo ex-dirigente, ressaltou que o planejamento colocado no papel foi diferente do que ocorreu ao longo dos sete meses de trabalho.
Quando se falava do Fortaleza vinha na minha cabeça Rogério Ceni, quatro anos, Vojvoda, quatro a cinco anos [de trabalho], ou seja, eu abri mão de uma Série A, que tava muito próxima naquele momento para fazer um projeto mais longo.
E eu não me arrependo de forma nenhuma, só que naquele momento era muito pesado e com todas essas mudanças, eu precisava me sustentar no resultado, enquanto eu tivesse ganhando eu ficava.
Carpini comemora título do Campeonato Cearense 2026 Kid Jr./SVM Metas alcançadas No período que esteve no Fortaleza, Carpini foi campeão Cearense e atingiu metas estabelecidas na Copa do Nordeste e Copa do Brasil.
O ex-técnico deixou o time no G-6 do Campeonato Brasileiro Série B. - Tive que abrir mão dos meus conceitos, das minhas convicções, daquilo que eu acredito para poder sobreviver a cada rodada, esse foi meu sentimento enquanto treinador.
Eu não conseguia fazer aquilo que imaginava, mesmo com os nossos resultados que aconteceram.
Na avaliação interna, a diretoria do Fortaleza queria mudança de postura do time em campo.
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