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Remédios para pressão podem elevar em 33% o risco renal em diabéticos

Metrópoles ·
Remédios para pressão podem elevar em 33% o risco renal em diabéticos

Um grupo de medicamentos usados para controlar a pressão arterial pode estar ligado a pior evolução da função renal em pessoas com diabetes tipo 2.

A associação foi apresentada no 63º Congresso da Associação Europeia de Nefrologia, com base na análise de mais de 31 mil pacientes.

Os remédios avaliados são os bloqueadores dos canais de cálcio diidropiridínicos , indicados com frequência como segunda opção no tratamento da pressão alta em quem já tem doença renal relacionada ao diabetes.

Segundo o estudo, pacientes que usavam esse tipo de medicamento junto às terapias padrão tiveram risco 33% maior de eventos renais graves em comparação com outros tratamentos.

Diabetes tipo 2 A diabetes tipo 2 é uma doença crônica marcada pela resistência à insulina e pelo aumento dos níveis de glicose no sangue.

Mais comum em adultos, a condição está frequentemente relacionada à obesidade e ao envelhecimento .

Entre os principais sintomas estão sede excessiva, urina frequente, fadiga, visão embaçada, feridas de cicatrização lenta, fome constante e perda de peso sem causa aparente.

O tratamento envolve medicamentos para controlar a glicemia e, em alguns casos, aplicação de insulina.

Mudanças no estilo de vida , como perda de peso, alimentação equilibrada e prática regular de exercícios, são essenciais para o controle da doença.

O que foi observado nos pacientes Os pesquisadores analisaram dados de adultos acompanhados entre 2016 e 2021.

Todos já utilizavam medicamentos considerados base no tratamento, como inibidores do sistema renina-angiotensina e inibidores de SGLT2, conhecidos por proteger os rins.

Parte do grupo também fazia uso dos bloqueadores de canais de cálcio.

Após ajuste para diferenças clínicas entre os participantes, esse grupo apresentou maior risco de piora importante da função renal ao longo de cerca de três anos e meio de acompanhamento.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

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