Vírus que pode atingir o cérebro preocupa após morte e primeiros casos em SP; entenda a Febre do Nilo Ocidental
A confirmação de quatro casos de Febre do Nilo Ocidental no Brasil em 2026, incluindo uma morte em Santa Catarina, colocou novamente a doença no radar das autoridades de saúde.
São dois casos em São Paulo e dois em Santa Catarina, além de um caso provável em investigação no Piauí, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde.
Mosquito do gênero Culex é o principal transmissor da Febre do Nilo Ocidental.
Foto ilustrativa: Reprodução/ Magnific.
A doença é causada pelo vírus do Nilo Ocidental e transmitida principalmente pela picada de mosquitos do gênero Culex , conhecidos popularmente como pernilongos ou muriçocas.
O vírus circula naturalmente entre mosquitos e aves silvestres.
Humanos e equinos podem ser infectados de forma acidental, mas normalmente não desenvolvem quantidade suficiente de vírus no sangue para infectar novos mosquitos.
O cenário chama atenção porque, embora a maioria das pessoas infectadas não apresente sintomas, uma parcela dos pacientes pode desenvolver uma forma grave da doença , com comprometimento do sistema nervoso.
Nesses casos, podem ocorrer encefalite, meningite, convulsões, alterações de consciência e até paralisia.
Quais são os casos de Febre do Nilo Ocidental confirmados no Brasil? Os quatro casos confirmados em 2026 estão distribuídos entre São Paulo e Santa Catarina.
Em São Paulo , os registros são os primeiros casos humanos confirmados na história do estado.
Uma mulher de 34 anos, moradora de Ribeirão Preto, teve histórico recente de viagem para a região amazônica e já se recuperou.
O segundo caso envolve uma jovem de 18 anos, de São José do Rio Preto, que permanecia internada sob cuidados médicos na atualização mais recente das autoridades.
A origem das duas infecções ainda é investigada.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.