Maior evento de inovação da Amazônia Legal traz debates, negócios e startups
Presidente do Sebrae Nacional, Rodrigo Soares, durante a solenidade de abertura.
Emerson Rodrigo O campus da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco, transformou-se em um palco de inovação, bioeconomia e sustentabilidade com o Inova Amazônia Summit 2026.
A abertura oficial da 4ª edição do evento foi realizada nesta quinta-feira (17), no Teatro Universitário.
Realizado pelo Sebrae no Acre, o evento reuniu lideranças empresariais, pesquisadores, gestores públicos, comunidades tradicionais e empreendedores de toda a Amazônia Legal.
De acordo com o presidente do Sebrae Nacional, Rodrigo Soares, o Inova Amazônia Summit é uma oportunidade para fortalecer todo o bioma, para isso a instituição lançou uma política de governança territorial.
“O papel do Sebrae é articular oportunidades para fortalecer a economia em todo o território brasileiro, e a Amazônia tem esse potencial de inspirar o restante do país.” Kleber Campos, diretor técnico do Sebrae no Acre, ressaltou que o evento é o principal encontro da economia e inovação da Amazônia Legal.
“Esse instante é o resultado da união de esforços, da cooperação e da crença compartilhada de que a Amazônia pode liderar uma nova economia, com base na inovação, na sustentabilidade e em embelezamento.
Ao longo desses dias, receberemos 90 startups, 20 empresas ligadas à Indicação Geográfica, representantes dos produtos e territórios da nossa região, além de rodada de negócios, rodada de investimentos, e muitas oportunidades de conexões entre os empreendedores”, afirmou.
Diretor Tecnico do Sebrae Acre, Kleber Campos participou da solenidade de abertura do Inova Amazônia Summit 2026.
Emerson Rodrigo.
O diretor técnico destacou que é preciso mostrar que a Amazônia também produz.
“Temos orgulho de apresentar ao Brasil e ao mundo produtos produzidos no nosso Acre, em toda Amazônia, demonstrando que a nossa região não é apenas a detentora da maior biodiversidade do nosso poder, mas também que tem criatividade, conhecimento e capacidade.
A Amazônia não deve ser reconhecida apenas pelo que se preserva, deve ser reconhecida também pelo que se cria, pelo que se desenvolve, pelo que move e pelo que empreende.
Essa é a nossa diferença”, disse.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Acre.