'Era do Metano': filme com Titina Medeiros estreia no cinema sete meses após morte da atriz
Trailer de Era do Metano, filme com elenco 100% potiguar O filme "Era do Metano" tem pré-estreia marcada para esta terça-feira (18) no Cinemark do Shopping Midway Mall, em Natal, às 19h.
O longa-metragem conta com a participação da atriz Titina Medeiros, que morreu em janeiro deste ano em decorrência de um câncer de pâncreas, aos 49 anos.
A pré-estreia foi aberta para o público em geral com 60 ingressos gratuitos, que serão distribuídos uma hora antes da sessão na bilheteria do cinema, por ordem de chegada. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp O filme representa o primeiro longa-metragem da cineasta Márcia Lohss e do diretor Júlio Schwantz.
Titina Medeiros no filme 'Era do Metano', que tem pré-estreia nesta terça-feira em Natal Reprodução O elenco do filme é 100% potiguar.
Além de Titina, Era do Metano conta com artistas como Enio Cavalcante, Rodrigo Bico, Edja Oliveira, Giovanna Araújo, Priscila Villela e Kaony Venâncio.
Titina Medeiros atua no papel de uma influenciadora digital de um futuro próximo.
A equipe de divulgação do filme informou que a atuação de Titina é vibrante e que a obra é dedicada em homenagem póstuma à atriz, "celebrando seu legado imensurável para as artes cênicas do estado e do país".
Resistência, união e narrativa cyberpunk O filme tem uma narrativa cyberpunk.
Com roteiro de Henrique Fontes e argumento construído pelo grupo de teatro Facetas, Mutretas e Outras Histórias, 'Era do Metano' versa sobre um futuro distópico fortemente influenciado pelas narrativas fantasiosas que circularam durante a pandemia da Covid-19.
A ambientação visual e a estética futurista ganham vida com a direção de arte de Irapuã Jr. e figurino assinado por João Marcelino.
Era do Metano tem pré-estreia no cinema Divulgação Orçamento reduzido Rodado sob rigorosos protocolos de segurança logo após o lockdown da pandemia, o filme teve orçamento reduzido e tornou-se viável, segundo a produção, graças à doação dos cachês do elenco e da equipe técnica para cobrir os custos de produção e arte.
"A generosidade e a entrega de cada profissional envolvido permitiram que este filme nascesse.
Ver todos abdicarem de seus cachês em prol do projeto foi algo que me emocionou profundamente", destaca a diretora Márcia Lohss.
A viabilização da pós-produção só foi possível em 2024, quando o projeto obteve recursos da Lei Paulo Gustavo (LPG) do município de Parnamirim/RN.
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