Gestor do fundo imobiliário VISC11 explica venda de 9 shoppings
Gestor do fundo imobiliário VISC11 explica venda de 9 shoppings O fundo imobiliário VISC11 iniciou uma reciclagem de portfólio que combina a venda de nove ativos com uma estrutura de cotas sênior e subordinada firmada com a Tivio.
Segundo o gestor Rafael Teixeira, a transação deve adicionar aproximadamente R$ 340 milhões em caixa líquido e contribuir para a redução da alavancagem do fundo.
Pelos números apresentados, a operação envolve cerca de R$ 570 milhões em ativos.
O VISC11 deixará integralmente sete dos nove empreendimentos e manterá participações em outros dois.
No arranjo criado, a cota sênior corresponde a 80%, enquanto a subordinada — onde o VISC11 permanecerá investido — representa 20%, ou cerca de R$ 100 milhões.
Teixeira afirmou que a venda foi estruturada para capturar ganhos operacionais e estratégicos.
“A gente melhora bastante os indicadores operacionais do fundo.
Quando a gente olha a eficiência do portfólio, no NOI por metro quadrado, venda por metro quadrado, ocupação.
O produto final, depois dessa venda, vai ficar melhor do que hoje”, disse.
Parte dos imóveis negociados teria perdido relevância na tese do fundo com o tempo, o que levou à decisão de concentrar a carteira em ativos mais aderentes.
VISC11: operação com Tivio gera caixa e reduz alavancagem Um dos efeitos esperados é a queda da dívida.
Hoje, a dívida líquida em relação ao valor dos imóveis está em aproximadamente 23%.
Considerando a conclusão das transações com a Tivio e o Pátria, a estimativa do gestor é que esse indicador recue para cerca de 5%.
A estrutura prevê prioridade de pagamento à cota sênior.
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