Luxo e velocidade: como é a Porsche de R$ 372 mil que sumiu após apreensão no TO
Veículo foi apreendido pela Polícia Federal PF/Divulgação Fabricada em 2017, a Porsche Macan S que está no centro de uma investigação da Polícia Federal no Tocantins é avaliada em R$ 372 mil.
O veículo foi apreendido em 2022, mas desapareceu do controle judicial após uma série de vendas ilegais.
A situação só foi descoberta quando a Justiça tentou organizar o leilão do automóvel.
Após a primeira apreensão, o carro foi entregue a uma fiel depositária, que deveria guardar e cuidar do veículo.
A investigação da Polícia Federal constatou que o veículo acabou voltando para o antigo dono, investigado por desviar verbas do auxílio emergencial durante a pandemia de Covid-19, antes de ser revendido diversas vezes.
Uma decisão da Justiça Federal de Palmas determinou a busca e apreensão do automóvel e o bloqueio de até R$ 372 mil nas contas de três investigados.
O veículo voltou a ser apreendido pela PF no dia 17 de setembro, em Morrinhos (GO). 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A Porsche Macan S é uma SUV média de luxo e pode atingir 100 km/h em 5,2 segundos.
O modelo tem câmbio automático, velocidade máxima de 254 km/h, bancos de couro, teto solar e bancos com regulagem elétrica.
Na cidade, o veículo faz até 6,2 quilômetros por litro de gasolina e tem autonomia de até 403 km.
Na estrada, o consumo chega a 7,9 km/l, com autonomia de até 514 km.
LEIA MAIS Como Porsche de R$ 372 mil sumiu após ser apreendido e acabou voltando para o antigo dono Entenda operação da PF que investiga desaparecimento de Porsche apreendida pela Justiça no TO Veículo é avaliado em R$ 372 mil PF/Divulgação Sumiu após apreensão O Porsche foi apreendido pela PF em 2022 na Operação Scelerum Fructus, que desmantelou uma quadrilha acusada de desviar mais de R$ 1,2 milhão do auxílio emergencial na pandemia.
O dinheiro do golpe foi usado para comprar imóveis e carros de luxo.
Para evitar a perda de valor do bem, a Justiça decidiu vender o veículo em leilão antecipado, momento em que a ausência do carro foi confirmada.
O veículo não estava em um pátio oficial, mas sob a guarda de uma responsável legal (fiel depositária), que tinha a obrigação de cuidar do bem e não podia vendê-lo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tocantins.