De lei que proíbe termo 'marginal' a 90 mil carros por dia: Avenida Dom Aguirre completa 50 anos em Sorocaba
Cartão postal e marco urbano de Sorocaba (SP), Avenida Dom Aguirre completa 50 anos Initial plugin text Em agosto, não é apenas Sorocaba (SP) que faz aniversário.
A Avenida Dom Aguirre também "assopra as velinhas": são 50 anos de história e uma importância inquestionável para o município.
De uma lei que já chegou a proibir o termo "marginal" para tornar-se o cartão-postal da cidade foi um longo caminho.
A via surgiu como parte da modernização urbana do município na segunda metade do século XX.
Hoje, é a porta de entrada para quem chega pelas margens do Rio Sorocaba. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp A Avenida Dom Aguirre foi projetada para ser a marginal esquerda do Rio Sorocaba, acompanhando o curso d’água e criando uma ligação viária estratégica entre diferentes pontos da cidade.
De ponta a ponta, a avenida tem 6,6 quilômetros.
Ela começa no Jardim Maria do Carmo, na Zona Norte, e termina na Praça Tadeu Strunck, quando passa a se chamar Avenida Juvenal de Campos.
De carro, com trânsito normal, são 11 minutos para percorrê-la.
A pé, o percurso pode ser feito em pouco mais de uma hora.
A via é uma espécie de cartão de boas-vindas para quem chega a Sorocaba vindo de São Paulo, do Noroeste do estado ou da região de Campinas.
Além das paisagens que margeiam o rio, ela conta com um amplo comércio, incluindo supermercados, postos de combustíveis e concessionárias de veículos.
A estrutura ainda engloba um dos parques mais importantes do município e um dos terminais de ônibus urbanos mais movimentados da cidade.
Initial plugin text A Dom Aguirre continua sendo uma das artérias mais importantes para a mobilidade de Sorocaba, dando acesso a vias que levam às zonas Norte, Oeste e Leste, ao Centro e a Votorantim, além das rodovias Raposo Tavares (SP-270) e Senador José Ermírio de Moraes, a Castelinho (SP-75). 'Batizado' Cartão postal e marco urbano de Sorocaba, Avenida Dom Aguirre completa 50 anos; nota do Jornal Cruzeiro do Sul mostra decreto sobre criação do nome Acervo do Jornal Cruzeiro do Sul Antes de a avenida ganhar esse nome, a cidade quase batizou outra via como Dom Aguirre.
Em 12 de janeiro de 1973, poucos dias após a morte do religioso que inspirou o nome da avenida, a Rua da Penha, no Centro, foi cogitada para se transformar em Rua Dom Aguirre.
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