'Guerra híbrida' explora o espaço entre a paz e um conflito aberto; entenda
França alerta sobre novos ataques da Rússia a países europeus O presidente da França fez nesta sexta-feira (18) um alerta sobre uma nova onda de ataques da Rússia contra países europeus que apoiam a Ucrânia. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A liderança europeia sustenta que a ameaça russa ao Velho Continente é cada vez maior.
Nesta sexta-feira (18), a guerra híbrida voltou a ocupar os discursos oficiais.
O presidente da França, Emmanuel Macron, citou alguns dos episódios mais recentes.
O ataque com drone, perto da Polônia, a um trem de passageiros que vinha de Kiev e no aeroporto de Leipzig, atribuído pela Alemanha à inteligência militar russa.
Macron determinou um plano para proteger infraestruturas críticas francesas.
A guerra híbrida explora o espaço entre a paz e um conflito aberto.
Sabotagem, ciberataques, desinformação e drones podem causar danos sem disparar os mecanismos de defesa previstos para uma agressão militar declarada.
É essa zona cinzenta que a União Europeia agora quer diminuir. 'Guerra híbrida' explora o espaço entre a paz e um conflito aberto Jornal Nacional/ Reprodução Na quarta-feira (16), a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, propôs um protocolo de emergência.
Se um país acionar o mecanismo, os 27 serão convocados para coordenar a resposta.
O plano se inspira no artigo 4 da Otan, que prevê consultas entre os aliados quando um deles é ameaçado.
Ursula também propôs um Conselho Europeu de Segurança, com parceiros como Reino Unido, Ucrânia, Noruega e Canadá.
Uma resposta a um tipo de confronto que não é declarado como guerra, mas que já faz parte das preocupações de segurança do planeta.
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