3ª Mostrinha leva estreias do cinema infantil a 27 espaços de regiões periféricas de SP
Filme "Mu-Ki-Ra", que será exibido na Mostrinha Divulgação A 3ª Mostrinha, programação infantil e infantojuvenil da 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, leva a partir de outubro sessões de filmes brasileiros e internacionais para diferentes regiões da capital paulista.
Depois da abertura, em 15 de outubro, na Sala São Paulo, a programação chega a 27 espaços do Circuito Spcine, entre 26 CEUs e o CFC Cidade Tiradentes.
Ao todo, serão 81 sessões, ampliando o acesso de crianças, adolescentes e famílias a produções cinematográficas fora das regiões centrais da cidade.
“Estamos formando público, ampliando repertórios e garantindo que o cinema faça parte da infância de mais paulistanos.
E isso passa, necessariamente, pelos territórios criativos da cidade, onde existe uma potência cultural imensa.
Nosso papel é fazer com que essa potência encontre o cinema e que cada vez mais crianças e jovens possam se reconhecer nas histórias que chegam às telas”, afirma Emiliano Zapata, diretor de Inovação da Spcine.
Abertura tem estreia mundial A abertura da 3ª Mostrinha acontece em 15 de outubro, às 14h, na Sala São Paulo, com a estreia mundial de Clarice Vê Estrelas, dirigido por Letícia Pires.
O longa acompanha Clarice, uma menina negra de quase oito anos que enfrenta as mudanças provocadas pela chegada de um novo bebê à família.
Ela encontra refúgio em um livro mágico e é transportada para o Circo Aquarius.
A aventura aborda temas como pertencimento, autoestima, emoções, preconceito e racismo.
A programação reúne animações, aventuras e fantasias, além de histórias sobre amizade, pertencimento, família, identidade, natureza e diversidade.
A seleção inclui produções brasileiras e internacionais e filmes que terão sua estreia brasileira durante a Mostrinha.
"Mu-Ki-Ra", filme que será exibido na Mostrinha Divulgação Filmes brasileiros e internacionais Entre os destaques está Amadeo e o Hipotético Mundo Novo, animação brasileira dirigida por Brenda Lígia e Edu Felistoque.
O filme acompanha um jovem africano no Brasil escravocrata do século XIX que inventa uma câmera fotográfica e decide utilizá-la para ajudar pessoas escravizadas.
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