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Fundador do PDT e ministro no governo Dilma, Manoel Dias morre aos 88 anos

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Fundador do PDT e ministro no governo Dilma, Manoel Dias morre aos 88 anos

O ex-ministro do Trabalho e um dos fundadores do PDT (Partido Democrático Trabalhista), Manoel Dias, morreu na noite de sábado (22) aos 88 anos em Florianópolis. A causa da morte não foi divulgada.

Morte de Dias foi confirmada pelo presidente do partido, Carlos Lupi. "Hoje nos despedimos do dirigente, fundador do PDT e quem tive a alegria de chamar de amigo Manoel Dias. Sua luta pelo trabalhismo e seu legado na construção dos núcleos de base vão seguir norteando os passos do nosso partido e inspirando as novas gerações. Ao lado de Brizola, Darcy, Jango e Getúlio, nosso eterno Maneca se junta para olhar e zelar pelo nosso partido de onde estiver", escreveu Lupi no Instagram.

Político estava hospitalizado, segundo a Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina). A internação foi necessária em razão do agravamento do estado de saúde de Dias. Ele sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) em 2025.

Dias deixa a esposa, dois filhos, noras e netos. Ainda não há informações sobre o velório e enterro do político.

Dias nasceu em Içara, no sul de Santa Catarina. Começou na vida pública em 1962 após ser eleito vereador do município pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), de acordo com a Alesc.

Já em 1966, ele foi eleito deputado estadual pelo MDB (Movimento Democrático Brasileiro). Dias foi um dos responsáveis por ajudar a construir a sigla em Santa Catarina. O mandato foi exercido entre 1967 e 1971, e depois o político foi deputado Constituinte em 1967.

Fundou o PDT no Brasil em conjunto com Leonel Brizola e outras lideranças em 1980. Também liderou o partido em Santa Catarina.

Político ficou por dois anos no cargo de Ministro do Trabalho e Emprego no Governo Dilma Rousseff (PT). Ele ficou no posto até 2 de outubro de 2015.

Na trajetória política, teve o mandato cassado em dois momentos durante a Ditadura Militar. Em 1964, foi preso por 11 meses como preso político, conforme a Alesc. Cinco anos depois, em 1969, perdeu os direitos políticos por dez anos após a edição do Ato Institucional nº 5 (AI-5).

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

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