China e líderes globais reconhecem vitória de Lula; Trump e Milei não se manifestam
A China parabenizou nesta segunda-feira, 26, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pela reeleição e afirmou respeitar a “escolha do povo brasileiro”, ao ser questionada sobre a declaração do senador Flávio Bolsonaro (PL) de que o resultado do segundo turno é inválido.
O porta-voz da chancelaria chinesa, Guo Jiakun, disse que Pequim tomou conhecimento do anúncio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e quer trabalhar com Brasília para avançar na construção de uma “comunidade de futuro compartilhado China-Brasil”.
Sobre a contestação de Flávio, afirmou: “A China respeita a escolha do povo brasileiro.” Na Espanha, o primeiro-ministro Pedro Sánchez celebrou a vitória.
“O que aconteceu no Brasil acontecerá na Espanha.
A virada do progressismo global acaba de começar”, escreveu na rede social X.
O presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, chamou Lula de “querido amigo e companheiro”.
Já o iraniano Masoud Pezeshkian defendeu o fortalecimento dos laços bilaterais e da cooperação em favor do multilateralismo e da paz internacional.
Na América Latina, a ex-presidente argentina Cristina Kirchner parabenizou Lula e afirmou que o petista, em sua sétima disputa presidencial, soube “despertar as paixões e a razão” dos brasileiros para vencer a eleição.
O presidente do Chile, José Antonio Kast, afirmou ter telefonado para Lula e defendeu integração econômica e combate ao crime organizado.
O cubano Miguel Díaz-Canel classificou a vitória como “histórica” e disse que o Brasil pode contar com Cuba para promover a integração latino-americana e caribenha.
Também enviaram cumprimentos os presidentes da Guiana, Irfaan Ali, da República Dominicana, Luis Abinader, e da Guatemala, Bernardo Arévalo.
O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Albert Ramdin, elogiou a participação eleitoral.
A UE também parabenizou o presidente reeleito.
Nos Estados Unidos, o senador Bernie Sanders afirmou que Lula “defendeu os trabalhadores brasileiros e a democracia” e continuará fazendo isso nos próximos quatro anos.
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