Em vídeo, Juliette questiona ligação de Flávio Bolsonaro com bispo que ‘satanizou’ Nossa Senhora Aparecida
A cantora e ex-BBB Juliette Freire apresenta um vídeo que questiona declarações do bispo evangélico JB Carvalho contra a devoção a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.
Ele teria chamado a santa de “braço direito de Satanás” e defendido que a santa deixasse de ser reconhecida como padroeira nacional.
Juliette ainda chamou a atenção para a ligação do religioso com o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República.
O conteúdo do vídeo começa com uma pergunta sobre o motivo de Nossa Senhora Aparecida despertar hostilidade entre pessoas que buscam ocupar posições de poder.
“Por que uma Santa desperta tanto ódio em quem quer mandar no país?”, questiona a publicação.
Intitulada “A Guerra à Santa”, a iniciativa foi divulgada pelo projeto Revelando nas plataformas digitais.
No episódio apresentado por Juliette, as falas atribuídas ao bispo são usadas para discutir intolerância religiosa.
Em seguida, o vídeo ressalta a importância da imagem para os católicos brasileiros e a reconhece como símbolo da devoção mariana.
“Pra muita gente, Nossa Senhora Aparecida é a padroeira do Brasil, a mãe de Jesus”, diz o material.
O vídeo também menciona a relação de Flávio Bolsonaro com JB Carvalho.
Segundo o conteúdo, o senador escolheu ser batizado na igreja liderada pelo bispo, apontado como autor de declarações contrárias à veneração de Nossa Senhora Aparecida.
BISPO CRITICOU DEVOÇÃO À SANTA Um dos principais alvos da iniciativa são manifestações de JB Carvalho nas quais ele teria chamado Nossa Senhora Aparecida de “braço direito de Satanás” e defendido que a santa deixasse de ser reconhecida como padroeira nacional.
O vídeo apresentado por Juliette recupera essas declarações e questiona a influência de discursos religiosos na vida pública e a aproximação entre líderes de igrejas e representantes políticos.
O material também coloca em discussão os limites entre a liberdade de crença e manifestações que podem ser interpretadas como ofensivas à fé de outras pessoas.
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