Jaraguá do Sul começa a planejar como será a cidade em 2076
Jaraguá do Sul começou a definir nesta terça-feira (25) quais serão as prioridades da cidade para as próximas cinco décadas.
O planejamento, que tem 2076 como horizonte, vai considerar mudanças que podem afetar o município nas áreas de população, tecnologia, clima, economia, mobilidade e serviços públicos.
Para debater essas temáticas, a Administração Municipal promoveu o primeiro Seminário do Planejamento Estratégico Jaraguá 200 anos, no Centro Empresarial de Jaraguá do Sul.
Participaram da ocasião representantes dos conselhos municipais, vereadores, secretários, integrantes do Comitê de Desenvolvimento e do Conselho Pró-Jaraguá.
Durante o seminário, os participantes foram divididos em grupos temáticos para discutir desafios e oportunidades em diferentes áreas.
A proposta é construir, de forma coletiva, uma visão de futuro para o município.
Um segundo seminário ainda será realizado no fim de 2026.
Depois, o planejamento será estruturado e discutido com as secretarias municipais e os demais órgãos envolvidos, que deverão transformar as diretrizes em ações e planos de ação.
A ideia é que o documento funcione como uma espécie de “bússola” para orientar as decisões das próximas gestões e gerações.
Seminário reúne especialistas para discutir os próximos 50 anos Divulgação/Prefeitura Municipal de Jaraguá do Sul Oito desafios para as próximas décadas O planejamento considera oito eixos que devem concentrar as discussões sobre o futuro de Jaraguá do Sul.
Entre eles, está o envelhecimento populacional e o desafio de manter a qualidade de vida da população diante de uma cidade com mais moradores idosos, sem comprometer a capacidade fiscal do município.
A inteligência artificial e a automação também fazem parte do estudo.
Durante o Seminário, os especialistas discutiram as transformações que essas tecnologias podem provocar no mercado de trabalho, quais atividades poderão ser substituídas ou modificadas e quais novas ocupações deverão surgir.
As mudanças climáticas também estão entre as preocupações, com a necessidade de preparar a cidade para eventos climáticos mais extremos, como chuvas intensas, enchentes e períodos de estiagem.
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