sexta-feira, 14 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Baixas doses de soda cáustica aumentam a produção de biogás a partir de resíduos de banana Teste genético muda rumo de câncer hereditário em família acompanhada por 20 anos José Goldemberg é homenageado como Personalidade Acadêmica do Ano pelo Prêmio Jabuti Acadêmico 2026 VÍDEO | Sachês de amido liberam fertilizante de forma controlada Pós-Graduação em Entomologia em Saúde Pública está com inscrições abertas Encontro Nacional de Mulheres no Agronegócio Sheinbaum e Lula discutem cooperação entre Pemex e Petrobras França suspende 20% da produção de energia nuclear devido ao calor extremo Embaixador dos EUA em Israel chama de ‘terrorismo’ ação de colonos na Cisjordânia ocupada Coreia do Norte endurece nível de dissuasão contra nova estratégia nuclear dos EUA Baixas doses de soda cáustica aumentam a produção de biogás a partir de resíduos de banana Teste genético muda rumo de câncer hereditário em família acompanhada por 20 anos José Goldemberg é homenageado como Personalidade Acadêmica do Ano pelo Prêmio Jabuti Acadêmico 2026 VÍDEO | Sachês de amido liberam fertilizante de forma controlada Pós-Graduação em Entomologia em Saúde Pública está com inscrições abertas Encontro Nacional de Mulheres no Agronegócio Sheinbaum e Lula discutem cooperação entre Pemex e Petrobras França suspende 20% da produção de energia nuclear devido ao calor extremo Embaixador dos EUA em Israel chama de ‘terrorismo’ ação de colonos na Cisjordânia ocupada Coreia do Norte endurece nível de dissuasão contra nova estratégia nuclear dos EUA
Brasil

Moraes vota para tornar Macário Júdice réu por vazar operação da PF

A Gazeta (ES) ·
Moraes vota para tornar Macário Júdice réu por vazar operação da PF

Em julgamento virtual iniciado nesta sexta-feira (14), na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes votou para tornar réu o desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto , do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), acusado de obstrução de investigações e violação de sigilo profissional.

O julgamento segue até a próxima sexta-feira (21), quando os demais ministros que integram o colegiado deverão apresentar seus votos ou, eventualmente, pedir vista dos autos.

Preso preventivamente desde dezembro de 2025, o magistrado é acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de ter vazado informações sigilosas da Polícia Federal (PF) a supostos aliados do Comando Vermelho no âmbito da Operação Zargun, investigação na qual atuava.

O voto de Moraes está relacionado à Petição (PET) 14.959, vinculada ao Inquérito (INQ) 5.020, que apura a atuação de grupos criminosos violentos no Estado do Rio de Janeiro e possíveis conexões com agentes públicos. O inquérito é decorrente de medidas determinadas pelo STF no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, conhecida como ADPF das Favelas.

No voto de cerca de 60 páginas, ao qual a reportagem teve acesso, a acusação apresentou elementos suficientes de materialidade e indícios de autoria para justificar a abertura da ação penal.

Segundo o relator, Macário teria revelado previamente a Rodrigo Bacellar, então presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), informações sobre medidas cautelares que seriam cumpridas na Operação Zargun. Moraes também rejeitou a alegação da defesa de cerceamento, afirmando que os advogados tiveram acesso aos elementos de prova já documentados.

Macário foi denunciado pela PGR juntamente com outras pessoas, entre elas Rodrigo Bacellar e Thiego Raimundo dos Santos, conhecido como TH Joias.

Segundo a denúncia, o desembargador teria vazado informações sobre medidas cautelares autorizadas por ele contra TH Joias e outros investigados. O suposto vazamento teria prejudicado a Operação Zargun, que investiga um esquema envolvendo integrantes do Comando Vermelho e agentes públicos.

A acusação também aponta que Macário teria se encontrado com Bacellar na véspera da operação. A defesa contesta essa versão e afirma que o desembargador estava em outro local na data apontada pela investigação.

Em conversa com a reportagem na segunda-feira (10), o advogado Patrick Berriel afirmou que a acusação contra Macário foi construída principalmente a partir de mensagens e de uma hipótese sobre um suposto encontro entre o desembargador e Bacellar.

Segundo Berriel, a investigação inicialmente indicava que Macário estaria com o ex-presidente da Alerj, mas elementos reunidos posteriormente pela defesa apontariam que o desembargador estava em outro local.

"Desde o dia 16 de dezembro, a acusação se pautava em mensagens e na afirmação de que o desembargador teria dito que estava com Bacellar. A prisão foi decretada com base nesses indícios.

Ler a notícia completa no A Gazeta (ES) ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.agazeta.com.br — o conteúdo pertence a A Gazeta (ES).

Este assunto em outros veículos

Mais de A Gazeta (ES)

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›