sábado, 10 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Brasil

Três pessoas são indiciadas por suspeita de esquema de cobrança irregular em cemitério de Esteio

G1 Rio Grande do Sul ·
Três pessoas são indiciadas por suspeita de esquema de cobrança irregular em cemitério de Esteio

Funcionários do cemitério de Esteio são suspeito de fraude A Polícia Civil indiciou três pessoas, sendo duas delas servidoras da prefeitura de Esteio, na Grande Porto Alegre, em investigação sobre um suposto esquema de cobranças irregulares e realização de serviços particulares no Cemitério Municipal da cidade.

O caso foi revelado pelo Jornal do Almoço, da RBS TV, em maio de 2025.

Anexada ao inquérito, a reportagem mostrou registros de pagamentos feitos diretamente a servidores, suspeitas de desvio de valores e cobranças por reformas em sepulturas com suspeita utilização de materiais desviados da secretaria de Obras do município.

Relembre o caso na reportagem acima. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp O relatório final foi assinado pelo delegado Augusto Zenon de Moura Rocha, da 1ª Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública Municipal (Dercap).

O ex-coordenador do cemitério, Taiguara Almeida da Cunha, e os sepultadores Adilson Silva da Silva e Deives Roberto Soares Teixeira Bottino foram indiciados por peculato e associação criminosa.

Taiguara, que foi exonerado após processo administrativo, também foi indiciado por falsidade ideológica.

A Polícia Civil afirma que Taiguara teria recebido diretamente valores pagos por usuários, sem que os recursos fossem arrecadados aos cofres da prefeitura.

Em alguns casos, familiares constataram a existência de débitos ainda registrados junto ao município, mesmo tendo quitado as taxas.

Cobranças a familiares de mortos Foi o que aconteceu com a professora Daiana dos Santos Chaves, que, após perder a mãe em julho de 2024, relata recebido uma cobrança de R$ 750 em taxas, que pagou via PIX, no momento do sepultamento.

“Nos disseram que, se não pagássemos, não fariam o enterro.

Tivemos que nos virar na hora.

Só depois descobrimos que pagamos para uma conta que nem era da prefeitura”, disse a professora, que perdeu tudo na enchente de 2024.

A situação só foi percebida quando a prefeitura voltou a cobrar a taxa oficial — que nunca havia sido registrada como paga.

Para o delegado Augusto Zenon de Moura Rocha, os elementos reunidos indicam que não se tratava de episódios isolados, mas de uma atuação coordenada.

Ler a notícia completa no G1 Rio Grande do Sul ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio Grande do Sul.

Mais de G1 Rio Grande do Sul

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›