Júri de policial e outros dois por assassinato de jovem é suspenso após defesa apresentar documento sigiloso em MT
A defesa apresentou um relatório sigiloso que não constava nos autos, e o julgamento foi suspenso e remarcado para janeiro de 2027 MPMT O julgamento de um policial penal e um outros dois acusados de envolvimento no assassinato de Giovanni Henrique Oliveira Lopes, de 23 anos, em Poxoréu (MT), foi interrompido nesta terça-feira (13), após a defesa apresentar um relatório sigiloso que não constava nos autos.
O júri foi remarcado para 20 de janeiro de 2027, em Primavera do Leste (MT).
Os réus são o policial penal Fábio Domingos, Carlos Jesus de Oliveira e Josane Francisca Dias da Silva.
O crime ocorreu em 1º de maio de 2018, em Poxoréu, a 259 km da capital.
O g1 tenta localizar a defesa dos citados.
A interrupção ocorreu após a defesa apresentar um relatório sigiloso que não constava nos autos disponíveis em Primavera do Leste.
Os advogados alegaram que o documento já havia sido anexado ao processo quando ele tramitava em Poxoréu, mas não foi encaminhado após a transferência do julgamento para outra comarca. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Agora no g1 O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) contestou o uso do material e pediu que o documento fosse excluído ou não fosse considerado durante o júri.
A questão foi analisada pela magistrada responsável pelo caso, que determinou a dissolução do Conselho de Sentença.
Antes da interrupção, dez testemunhas foram ouvidas em plenário.
Com a decisão, um novo Conselho de Sentença será sorteado, e o julgamento começará novamente.
As testemunhas indicadas pelo Ministério Público, pelas defesas e pela assistência de acusação deverão ser ouvidas outra vez.
Entenda o caso Giovanni Henrique Oliveira Lopes foi morto em 2018 aos 23 anos Reprodução Conforme a denúncia do Ministério Público, Giovanni foi assassinado após uma discussão durante o Encontro de Violeiros, em Poxoréu.
A briga teria começado no estacionamento do evento, onde Josane, esposa de Fábio, teria disparado contra o veículo da vítima.
Ainda segundo a acusação, Fábio, Carlos e Patrício Francisco Dias perseguiram Giovanni até uma residência e entraram no imóvel se identificando como policiais.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.